Gilmar Mendes critica acusações contra o resultado da eleição: "Bravatas"
Ministro do STF detalhou algumas das auditorias realizadas nas urnas eletrônicas durante os dois turnos das eleições deste ano

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou as redes sociais, na noite deste sábado (7/11), para criticar as acusações contra o resultado do segundo turno das eleições.
Na postagem, ele destaca que ocorreram “três auditorias, realizadas em todos os estados, nos dois turnos” e disse que as alegações de que a eleição foi fraudada são todas “em vão”. Gilmar usou, ainda, termos como “acusações levianas” e “bravatas” para se referir ao que classifica como “falsas narrativas contra o pleito”
“Há mais de 20 anos o sistema se submete a testes como esses, sem que jamais se tenha constatado um único indício de manipulação”, ressaltou o ministro.
Gilmar Mendes lembrou ainda que o PL, partido do senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno das eleições, “elegeu com essas mesmas urnas as maiores bancadas da Câmara e do Senado, além de seis governadores”.
“Ao longo dos anos, a Justiça Eleitoral prestou serviços relevantes à nação e construiu uma reputação de excelência, reconhecida por organismos internacionais, que não será tisnada por aleivosias como essas. A sociedade brasileira sabe apartar as bravatas do discurso sério e responsável”, pontuou.
Com informações do Metrópoles.
RESUMO
Rejeição a acusações de fraude: O ministro Gilmar Mendes, do STF, criticou as declarações contra o resultado do segundo turno, classificando as alegações de fraude como "bravatas", "acusações levianas" e "falsas narrativas".
Defesa da integridade das urnas: O magistrado destacou que o sistema passou por três auditorias em todos os estados nos dois turnos e ressaltou que, em mais de 20 anos de testes, jamais foi encontrado qualquer indício de manipulação.
Contradição partidária e reputação: Gilmar lembrou que o próprio PL elegeu as maiores bancadas do Congresso e seis governadores no mesmo pleito, reforçando que a reputação da Justiça Eleitoral não será abalada por alegações infundadas.



