Principal suspeito de desaparecimento de primas morre em confronto com a polícia
Conhecido como “Dog Dog”, homem de 39 anos era apontado como principal suspeito no caso das primas desaparecidas desde abril

O principal suspeito de envolvimento no desaparecimento de duas primas no Noroeste do Paraná morreu na manhã desta sexta-feira (21) durante um confronto com policiais em Mandaguari.
Letycia Garcia e Sttela Melegari desapareceram em abril, em Cianorte, também no Noroeste do estado. Desde então, o caso é investigado pela Polícia Civil do Paraná.
Segundo informações da Banda B, parceira do Portal aRede, equipes do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Grupo TIGRE) receberam a informação de que Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, estaria escondido na região de Mandaguari. Ele era apontado como o principal suspeito de envolvimento no desaparecimento das duas primas.
Durante a tentativa de prisão, Clayton teria pulado muros e portões e feito uma família refém. Conforme a Polícia Civil, ele não teria acatado as ordens dos agentes e houve um confronto.
O suspeito foi baleado e morreu no local. Clayton era conhecido no meio policial e possuía diversas passagens por crimes como roubo e tráfico de drogas.
Comparsa de suspeito do desaparecimento de primas foi preso
Ainda segundo a Polícia Civil, um comparsa de Clayton foi preso em Umuarama, também no Noroeste do Paraná.
As investigações apontam que os dois estariam agindo juntos em roubos cometidos na região. A polícia apura agora a participação dos suspeitos no desaparecimento de Letycia e Sttela.
Identificado como Clayton Antônio da Silva Cruz, de 39 anos, o homem se apresentava com o nome falso de “David Silva” e vivia como empresário há cerca de um ano e meio. Segundo a Polícia Civil do Paraná, ele já possuía um mandado de prisão em aberto por roubo.
O passado criminal de Clayton chama atenção. Ainda quando menor de idade, ele acumulava cerca de 20 passagens pela polícia. Já adulto, foi detido ao menos quatro vezes e chegou a cumprir sete anos de prisão por tráfico de drogas.
Após deixar o sistema prisional, passou a usar tornozeleira eletrônica e tentou recomeçar, abrindo uma loja de roupas em Mandaguari, onde também morava com a mãe. No entanto, há cerca de um ano e meio, fechou o comércio e desapareceu da cidade.
Com informações da Banda B, parceira do Portal aRede.





















