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Pai suspeito de estuprar a filha é preso após descumprir medidas protetivas

Adolescente procurou a Polícia Civil em abril e relatou abusos que teriam ocorrido em 2024; investigado teve a prisão preventiva decretada

Pai foi preso em Andirá, no Norte do Paraná, após a filha de 14 anos relatar abusos sofridos em 2024; homem teria descumprido medidas protetivas
Pai foi preso em Andirá, no Norte do Paraná, após a filha de 14 anos relatar abusos sofridos em 2024; homem teria descumprido medidas protetivas -

Publicado por Iolanda Lima

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Um pai de 40 anos foi preso preventivamente por suspeita de estupro contra a própria filha, de 14 anos, nesta quinta-feira (20), em Andirá, no Norte do Paraná. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ele também teria descumprido medidas protetivas concedidas à adolescente.

O caso foi registrado em abril deste ano, quando a vítima procurou a Polícia Civil e relatou ter sofrido os abusos em 2024. As circunstâncias e o período em que os crimes teriam ocorrido não foram divulgados para preservar a adolescente. As informações são do Portal Banda B, parceiro do Portal aRede.

Pai suspeito de estuprar a filha teria descumprido medidas protetivas

Durante a investigação, a PCPR solicitou medidas protetivas de urgência em favor da vítima. O pedido foi aceito pelo Poder Judiciário, mas, conforme a polícia, o pai teria desrespeitado as determinações.

Com isso, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do investigado. A medida foi decretada pela Justiça.

“O investigado passou a descumprir as medidas determinadas pela Justiça. Diante disso, foi solicitada a prisão preventiva, posteriormente decretada” afirmou o delegado Denner Roque.

Após diligências, os policiais localizaram o homem e cumpriram o mandado nesta quinta-feira. Ele foi levado à Delegacia da Polícia Civil em Andirá para os procedimentos cabíveis e permanece à disposição da Justiça.

Como denunciar casos de violência sexual

Se a violência estiver acontecendo naquele momento ou houver situação de flagrante, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo 181, do Disque-Denúncia.

A PCPR reforça que a violência deve ser registrada mesmo quando cometida por familiares ou pessoas próximas. Todas as delegacias da Polícia Civil estão preparadas para atender vítimas.

Quando não houver ferimentos graves, a vítima deve procurar a Delegacia da Mulher ou a delegacia mais próxima para registrar o boletim de ocorrência e receber orientações sobre exames e atendimento médico. Em casos graves, a prioridade é buscar uma unidade de saúde ou hospital, que deverá orientar o encaminhamento à polícia.

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