Homem-bomba deixa 14 mortos e vários feridos em atentado no Paquistão
De acordo com a imprensa internacional, o homem detonou a carga explosiva no momento em que policiais tentaram abordá-lo para uma revista na entrada do distrito policial de Kabal

Pelo menos 14 pessoas morreram e diversas ficaram feridas após um ataque de um homem-bomba em frente a uma delegacia no Vale do Swat, no nordeste do Paquistão, neste domingo (02). O terrorista acionou os explosivos na entrada do prédio, próximo a uma praça onde centenas de manifestantes se reuniam para protestar justamente contra o avanço do terrorismo na região.
De acordo com a imprensa internacional, o homem detonou a carga explosiva no momento em que policiais tentaram abordá-lo para uma revista na entrada do distrito policial de Kabal, localizado na província de Khyber Pakhtunkhwa.
Entre as vítimas fatais estão cinco policiais e oito civis, além do próprio terrorista. A explosão ocorreu a poucos metros da praça Kabal Chowk, onde o protesto pacífico era realizado. As informações são do Metrópoles.
Presidente se manifesta
Em nota publicada no X, o presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, condenou veementemente o atentado e prestou solidariedade às famílias das vítimas, destacando a bravura das forças locais.
“Os terroristas jamais terão sucesso em suas tentativas nefastas de abalar a paz, a unidade nacional e a autoridade do Estado. Os sacrifícios da polícia de Khyber Pakhtunkhwa são motivo de orgulho para toda a nação”, declarou o presidente, que também determinou prioridade absoluta no atendimento médico aos feridos.
RESUMO
Atentado mortal: Um homem-bomba se explodiu na entrada de uma delegacia no Vale do Swat, no Paquistão, deixando ao menos 14 mortos (incluindo policiais, civis e o próprio terrorista) e vários feridos.
Alvo e contexto: O ataque ocorreu perto de uma praça onde centenas de pessoas faziam um protesto pacífico justamente contra o avanço do terrorismo na região.
Reação governamental: O presidente Asif Ali Zardari condenou o atentado, elogiou a atuação das forças de segurança e prometeu prioridade no atendimento médico às vítimas.





















