Reitor da Uenp, Fabio Neia Martini, morre aos 60 anos | aRede
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Reitor da Uenp, Fabio Neia Martini, morre aos 60 anos

O velório de Fábio será realizado a partir das 12h, na Sede Mariana (Salão Paroquial Padre Max Kley), localizada na Rua Osvaldo Amaral de Oliveira, nº 434, em Ribeirão Claro (PR). A despedida está prevista para as 17h30

Fabio Neia Martini foi eleito para o cargo em 2022 e, recentemente, havia sido reconduzido ao cargo
Fabio Neia Martini foi eleito para o cargo em 2022 e, recentemente, havia sido reconduzido ao cargo -

Julia Sansana

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O falecimento do reitor da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), professor Fábio Neia Martini, aos 60 anos, ocorrido na madrugada desta terça-feira (29), comove a comunidade universitária paranaense.

Fisioterapeuta, Fábio foi eleito para o cargo em 2022 e, recentemente, foi reconduzido ao cargo. Além de reitor, foi presidente da Câmara de Internacionalização da Abruem (Associação Brasileira das Reitoras e Reitores das Universidades Estaduais e Municipais). Ele atuava como professor titular da Uenp, no Centro de Ciências da Saúde. De 2013 a 2022, exerceu a função de diretor do Campus Jacarezinho.

A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) decretou luto oficial por três dias no Sistema Estadual de Ensino Superior do Paraná. O decreto é válido a partir desta terça-feira (28).

O velório de Fábio será realizado a partir das 12h, na Sede Mariana (Salão Paroquial Padre Max Kley), localizada na Rua Osvaldo Amaral de Oliveira, nº 434, em Ribeirão Claro (PR). A despedida está prevista para as 17h30.

Em nota divulgada em suas redes sociais, o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), professor Miguel Sanches Neto homenageou o colega. Confira a nota na íntegra:

MORREU UM HOMEM BOM

Morreu meu amado amigo Fabio Neia Martini (1966-2026), reitor da Uenp – Universidade Estadual do Norte do Paraná. Fisioterapeuta eleito para o cargo em 2022, acabara de ser reconduzido a ele, sem ainda assumir efetivamente, pois se encontrava internado, com a recidiva de um câncer que tratara nos últimos anos, sem nunca perder a alegria. Companheiro de lutas em prol da universidade pública, da abertura de cursos universitários transformadores no interior do Paraná (o mais recente foi o de Medicina em Cornélio Procópio), Presidente da Câmara de Internacionalização da Abruem (Associação Brasileira das Reitoras e Reitores das Universidades Estaduais e Municipais), era um fazedor de amizades, otimista a toda prova. Por isso, teve uma vida plena mesmo nos momentos mais difíceis. Deixou a esposa Ana Cristina Molina, com quem me solidarizo, e uma filhinha muito pequena, a Sofia. Em nossas viagens (algumas a milhares de quilômetros de sua casa, como a da África do Sul e a da Nova Zelândia), sempre fazia chamadas de vídeo para conversar com elas. Pai, marido e amigo presente. Presente em nós continuará.

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