Presidente da Apiesp destaca crescimento do ensino superior estadual
Alexandre Webber fala sobre investimentos, melhorias e desafios enfrentados pelas sete universidades estaduais do Paraná

O presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), Alexandre Webber, em entrevista exclusiva para o Grupo aRede, destacou os investimentos, melhorias e desafios enfrentados pelas sete universidades estaduais do Paraná.
A instituição reúne as sete universidades públicas estaduais do Paraná. Criada em 1994, a entidade agrega Universidade Estadual de Lodrina (UEL), Universidade estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Unicentro, Unioeste, Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e Unespar, com sede na cidade de Curitiba.
Alexandre Webber avalia que as universidades estaduais do Paraná vivem seu melhor momento no que diz respeito a investimentos em pesquisas e extensão.
"Hoje as universidades estaduais trabalham em conjunto e em conjunto nós somos muito mais fortes. Nesse momento as universidades estão muito relacionadas com a sociedade e trabalhando no desenvolvimento regional do estado. O Paraná tem 2% da sua arrecadação destinado para a ciência e tecnologia. Com esse investimento, juntamente com uma série de outras leis, as universidades estaduais tem potencial para se destacar em nível internacional", destaca.

O presidente da Apiesp também ressaltou os desafios que as universidades estaduais enfrentam para conseguirem ofertar cursos de mestrado e doutorado. Alexandre conta que, diferente da abertura dos cursos de graduação, para abrir uma pós-graduação a universidade deve ter um grupo de professores especializado e uma grade curricular que atenda as necessidades dos acadêmicos.
"Se a universidade não apresentar um trabalho coletivo não pode abrir um mestrado e, consequentemente, não consegue qualificar para o doutorado. Nossas universidades avançaram muito. Hoje o Paraná tem muitos cursos de pós graduação e todas as faculdades apresentam cursos de excelência. Então é um processo gradual", ressalta.
Por fim, Alexandre Webber avalia as experiências que as universidades oferecem para os alunos fora da sala de aula. O presidente destaca que essas vivencias ajudam os acadêmicos a aprenderem mais e se qualificarem de forma eficiente para o mercado de trabalho.
"Os alunos que participam dessas experiências fora da sala de aula possuem uma formação diferenciada e os alunos que tem esse diferencial apresentam uma grande chance de conseguir um bom emprego depois de formado. Não existe outro caminho para a evolução da sociedade sem ser a educação. No mercado de trabalho tem vagas abertas para quem tem qualificação e nas nossas universidades há vagas para quem quer se qualificar", finaliza.





















