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Centenas de pessoas são presas em protestos na Rússia

Mais de 500 manifestantes foram detidos após Vladimir Putin anunciar convocação de cidadãos para guerra

Mais de 500 manifestantes foram detidos após Vladimir Putin anunciar convocação de cidadãos para guerra
Mais de 500 manifestantes foram detidos após Vladimir Putin anunciar convocação de cidadãos para guerra -

Da Redação

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Mais de 500 pessoas foram detidas em toda a Rússia em uma repressão aos protestos contra a guerra em duas dúzias de cidades na Rússia, de acordo com o grupo de monitoramento independente OVD-Info. Cerca de cem prisões foram feitas em protestos em São Petersburgo após o anúncio do presidente Vladimir Putin de uma mobilização parcial para aumentar a disponibilidade de tropas para a guerra na Ucrânia.

Fotos divulgadas no canal Telegram da OVD-Info mostraram policiais em São Petersburgo usando cassetetes contra manifestantes. Vídeos mostram a polícia tentando conter uma multidão reunida na Catedral de Isakiivskiy atrás de barreiras, em meio a gritos de “sem mobilização”.

Vídeos de mídia social geolocalizados pela CNN mostraram protestos em várias cidades, cada um envolvendo o que parecem ter sido algumas dezenas de pessoas. Imagens de Moscou mostraram manifestantes sendo levados pela polícia em uma manifestação no centro da cidade.

Em outro vídeo postado por um jornalista da publicação na web de Moscou The Village inclui dezenas de pessoas na rua Arbatskaya gritando “deixe-o ir” enquanto um homem é levado. Houve também imagens da cidade de Yekaterinburg de uma luta entre policiais e manifestantes.

A partir das 20h, no horário de Moscou, 535 pessoas foram detidas em 30 cidades da Rússia, de acordo com a OVD-Info. As prisões ocorreram em Irkutsk e Krasnoyarsk, Yekaterinburg, Chelyabinsk, Novosibirsk, Ulan-Ude, Tomsk, Ufa, Perm, Belgorod e Moscou, de acordo com a contagem OVD-info.

A promotoria de Moscou publicou um comunicado na quarta-feira (21) alertando os cidadãos contra a participação em protestos, ameaçando aqueles com até 15 anos de prisão.

Informações CNN Brasil

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