Justiça marca júri de servidores municipais no PR
Os servidores e os demais réus respondem por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, por ocultação de cadáver e fraude processual, se condenados podem ter uma pena de até 30 (trinta) anos de reclusão.

Servidores respondem pela participação em um homicídio de 2019.
Os servidores Municipais de São José dos Pinhais, a enfermeira Annie Christine Ribeiro e o biólogo Cláudio Eduardo Pereira Feitosa, serão julgados pelo Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Pinhais, nesta quarta-feira (02) a partir das 09:00 horas, acusados de participação no homicídio da vítima Carlos Adriano de Almeida.
Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público, no dia 18 de Maio de 2019, entre aproximadamente 02:17 horas e 04:58 horas, no interior da residência localizada no Condomínio Valência, localizada na Rua Antônio Kuss, nº 80, Bloco 2, apartamento 13, Bairro Santo Antônio, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, o acusado Ivo Kienen Junior, em acordo com a acusada Mirian Horst e, por ordem dos denunciados Claudio Eduardo Pereira Feitosa e Annie Christine Ribeiro, imbuídos da intenção de matar, desferiu diverso golpes com uso de facas, bem como chutes e golpes contundentes contra a vítima Carlos Adriano de Almeida, que lhe causaram diversas lesões que foram a causa da morte da vítima.
Conforme a denúncia a morte da vítima foi determinada pelos servidores porque a denunciada Annie e seu companheiro Claudio acreditavam que alguém teria sido pago pelo ex marido da acusada Annie para matá-la, e assim acordaram com os acusado Ivo e Mirian para que identificassem, localizassem e, posteriormente, determinaram a morte da vítima mediante promessa de pagamento.
O advogado Gustavo Madureira que cuida da defesa da enfermeira Annie, informou que não há qualquer prova no processo que possa levar a conclusão de que Annie e Claudio tenham encomendado a morte da vítima e afirmou que sua cliente deve ser inocentada das acusações.
Os servidores e os demais réus respondem por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, por ocultação de cadáver e fraude processual, se condenados podem ter uma pena de até 30 (trinta) anos de reclusão.
Os acusados seguem presos enquanto aguardam o julgamento.
Da assessoria.





















