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Ciclone na costa brasileira é um dos maiores do planeta hoje

Análise das imagens de satélite mostra que apenas um ciclone na Groenlândia tem dimensão semelhante a Ubá no Hemisfério Ocidental

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Da Redação

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Análise das imagens de satélite mostra que apenas um ciclone na Groenlândia tem dimensão semelhante a Ubá no Hemisfério Ocidental

A tempestade subtropical Ubá, no Oceano Atlântico, na altura da costa Sul do Brasil, é um dos maiores ciclones no planeta no final desta semana. De acordo com o último boletim da Marinha do Brasil, das 10h deste sábado, Ubá apresentava uma pressão mínima central de 997 hPa e estava localizada a 31ºS e 41ºW, movendo-se para Sul com mar muito grosso associado e vento de até 117 km/h em alto mar.

Ubá é o primeiro ciclone atípico a ser nomeado no Atlântico Sul desde o ciclone subtropical Raoni do final de junho e do começo de julho deste ano e ainda o quarto ciclone anômalo na costa do Brasil neste ano. A regra é que os ciclones (centros de baixa pressão) não tenham características subtropicais ou tropicais no litoral do Brasil, mas em quase todos os anos ocorre ao menos um. Já os ciclones extratropicais são comuns no Atlântico Sul e se formam principalmente das latitudes do Rio Grande do Sul para o Sul, não sendo nomeados.

Análise das imagens do satélite GOES, nos setores Oeste e Leste do disco do planeta, mostram que a tempestade subtropical Ubá está entre os ciclones de maior dimensão territorial no mundo neste final de semana. No Hemisfério Ocidental, ciclones de grande dimensão podiam ser vistos desde ontem perto do Alasca e um enorme, de tamanho semelhante a Ubá, perto da Groenlândia. Ambos são de natureza extratropical.

Leia na íntegra no MetSul, clicando aqui. 

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