Ministro descarta risco de falta de energia nas Olimpíadas
O fornecimento de energia elétrica para os Jogos Olímpicos está garantido e “não é motivo de nenhuma preocupação para o Ministério de Minas e Energia”, afirmou hoje (28) o secretário executivo da pasta, Luiz Eduardo Barata.
Executivo da pasta,
Luiz Eduardo Barata descartou qualquer possibilidade de falta de energia
durante os Jogos Olímpicos
O fornecimento de energia elétrica para os Jogos Olímpicos
está garantido e “não é motivo de nenhuma preocupação para o Ministério de
Minas e Energia”, afirmou hoje (28) o secretário executivo da pasta, Luiz
Eduardo Barata.
Após visita à Subestação Olímpica, que fornece energia
elétrica ao Parque Olímpico na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o
secretário garantiu que estarão contratados para a ocasião os geradores
temporários para suprir eventual queda de energia durante a competição, de 5 a
21 de agosto deste ano.
“Até o início das competições, haverá duplo suprimento em
todas as instalações e alimentação temporária. Nossa absoluta segurança é que
tudo estará pronto para os Jogos Olímpicos”, disse Barata. O governo federal
vai arcar com os geradores temporários na região da Barra da Tijuca, a um custo
de R$ 290 milhões, e o Comitê Olímpico Internacional (COI), com os da região de
Deodoro, informou o secretário. O custo dos geradores na região de Deodoro não
foi divulgado. A implantação da energia temporária está a cargo da Light.
A contratação de geradores para o Parque Olímpico seria repartida originalmente entre os governos federal e estadual.
O Ministério do Esporte arcaria com R$ 290 milhões e o
governo do Rio insentaria dívida da Light de R$ 170 milhões, referente ao
recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Entretanto, a Assembleia Legislativa do Rio não votou o benefício fiscal de
cerca de R$ 85 milhões.
A subestação, com recursos de R$ 152 milhões do Ministério de
Minas e Energia, foi construída por meio da Sociedade de Propósito Específico
Energia Olímpica, composta pela concessionária de energia Light (51%) e por
Furnas (49%), subsidiária da Eletrobras. Furnas é responsável pela operação do
sistema interligado e a Light, pelo suprimento das instalações.
Barata citou o programa diferenciado de operação durante as
competições, com atenção especial e regime diferenciado de todas as entidades e
instituições que operam o sistema. Ele adiantou que estão sendo treinados
operadores para atuar em todas as instalações da Light desassistidas e nas ruas
próximas dos locais dos Jogos.
Informações da Agência
Brasil.