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Empresária sugere cortar serviços para pessoas isoladas

Em vídeo publicado em rede social, curitibana pede que defensores do isolamento usem laço vermelho para serem identificados e ficarem sem serviços essenciais

Empresária sugere que defensores do isolamento sejam privados de alimentos e remédios
Empresária sugere que defensores do isolamento sejam privados de alimentos e remédios -

Da Redação

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Em vídeo publicado em rede social, curitibana pede que defensores do isolamento usem laço vermelho para serem identificados e ficarem sem serviços essenciais

A empresária de Curitiba, Cristiane Deyse Oppitz, sugere em um vídeo publicado na rede social TikTok que as pessoas que defendem o isolamento social sejam privadas do acesso a médicos, farmácias e supermercados. Além disso, ela pede que essas pessoas se identifiquem usando um “laço vermelho”.

“As pessoas que não querem sair do confinamento para trabalhar, fazer a economia girar, porque o mais importante é a vida, coloquem um laço vermelho na porta ou usem uma fita quando forem sair. Assim vamos identificar você como uma pessoa que não quer fazer parte desse grupo que quer trabalhar”, disse a empresária.

No vídeo, ela continua sua fala dizendo que os defensores do isolamento, após identificados, não seriam atendidos por médicos ou em farmárcias e supermercados. “Você não vai ser assistido em momento algum. Você não vai ter médico, farmácia, supermercado, o porteiro também não vai poder lhe atender, você vai ficar em isolamento total, até que passe esse grande vírus. Assim toda a alimentação produzida vai para as pessoas que estão contribuindo, não para as pessoas que não querem contribuir”, finaliza.

O vídeo publicado no dia 23 de março teve milhares de visualizações, mas desde que a polêmica ganhou força, nos últimos dias, ela deletou a publicação.

Sócia de restaurante

Deyse Oppitz é uma das sócias do Verd & CO, restaurante especializado em comidas saudáveis. O estabelecimento afirmou em nota que por divergências administrativas, ela não faz mais parte da gestão da empresa há quase um ano. Porém ainda faz parte do quadro societário minoritário, até que a empresa termine de pagar pela compra de suas cotas.

O local teria sido um dos primeiros restaurantes de Curitiba a suspender suas atividades de forma espontânea, desde o dia 19 de março, de acordo com a nota. “A Verd & CO reitera sua posição de respeito a saúde, a vida e ao bem estar social”, termina o comunicado.

Informações Banda B.

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