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Rio de Janeiro confirma primeira morte por sarampo

No ano passado, o país registrou 18,2 mil casos da doença, em 526 municípios

A campanha contra sarampo iniciou nessa segunda (10)
A campanha contra sarampo iniciou nessa segunda (10) -

Da Redação

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No ano passado, o país registrou 18,2 mil casos da doença, em 526 municípios  

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou na noite dessa quinta (14) a primeira morte por sarampo em 2020. O secretário Edmar Santos concede uma entrevista agora pela manhã para dar mais detalhes do caso.

O Ministério da Saúde lançou nessa semana a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. No ano passado, o país registrou 18,2 mil casos da doença, em 526 municípios. Houve 14 óbitos em São Paulo e um em Pernambuco.

Campanha Nacional de Vacinação

A Campanha Nacional contra sarampo iniciou nessa segunda (10). Em Ponta grossa o público-alvo pode procurar uma das 21 salas de vacina da cidade e garantir a proteção contra a doença. A campanha segue até o dia 13 de março com a intenção de conter a transmissão do vírus. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) recebeu 10 mil doses para iniciar as aplicações.

A campanha nacional preconiza que nesta primeira etapa seja vacinado o público de cinco a 19 anos, entretanto, analisando os casos de sarampo no Paraná, a faixa etária de 20 a 29 anos é a mais acometida pela doença e, como forma de quebrar a transmissão do vírus, o Estado do Paraná adotou uma campanha contemplando as pessoas de cinco até 59 anos, durante este período.

“Iremos vacinar todos os grupos já nessa fase, diferente da campanha nacional. É importante destacar que vacinaremos, indiscriminadamente, as pessoas de 20 a 29 anos. Mesmo já vacinadas com duas doses da SCR, para esse grupo, revacinaremos se for o caso.  Todas pessoas de 20 a 29 ano precisa procurar uma sala de vacina, porque para estes terá essa dose extra da vacina”, explica o enfermeiro do setor de imunização, Thiago Bueno.

Para as demais idades, de cinco a 19 anos e dos 30 aos 59, a vacinação é seletiva. “É necessário levar o comprovante vacinal para verificação do esquema, pela unidade de saúde, pois somente será imunizada a pessoa que nunca recebeu a dose ou que esteja com o esquema vacinal incompleto”, completa Thiago. DOENÇA

O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações decorrentes do sarampo são mais graves em crianças menores de cinco anos e podem causar meningite, encefalite, pneumonia, entre outras. O vírus é transmitido pela respiração, fala, tosse e espirro. As micropartículas virais ficam suspensas no ar, por isso o alto poder de contágio da doença.

Sintomas

Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo), outros sintomas como cefaleia, indisposição e diarreia também podem ocorrer.

Como não existe tratamento específico para o sarampo, é importante ficar atento com o aparecimento dos sintomas. Os doentes ficam em isolamento domiciliar ou hospitalar por um período de sete dias a partir do aparecimento das manchas vermelhas no corpo. 

Vacinação

A vacina contra o sarampo é gratuita e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A FMS orienta para que a população fique atenta às datas da carteira de vacinação e aos registros de doses.

A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses. A primeira dose deve ser aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola), e a segunda dose aos 15 meses de vida com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).

A população com até 29 anos deve receber duas doses da vacina. E para as pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos basta ter o registro de uma dose.

Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas. E aquelas que desejam engravidar, devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina. Todos os profissionais da área da saúde devem ser vacinados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária.

Não tem indicação para tomar a vacina pessoas com a imunidade baixa, mulheres grávidas e menores de seis meses de idade e pacientes que tomam medicações imunossupressoras.

Com informações Agência Brasil e Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

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