Servidores estaduais paralisaram nesta segunda-feira | aRede
PUBLICIDADE

Servidores estaduais paralisaram nesta segunda-feira

Professores da UEPG, policiais civis e agentes penitenciários pedem por melhores condições de trabalho

Aproximadamente 130 agentes penitenciários aderiram à paralisação na cidade
Aproximadamente 130 agentes penitenciários aderiram à paralisação na cidade -

Leonardo Carriel

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Professores da UEPG, policiais civis e agentes penitenciários pedem por melhores condições de trabalho

Várias categorias do serviço público estadual paralisaram suas atividades na última segunda-feira (29) como forma de reivindicar melhores condições de trabalho. 

Os policiais civis da 13ª Sudivisão Policial estiveram mobilizados desde às primeiras horas da madrugada da segunda-feira  na promoção de ações indicadas pelo Sindicato das Classes dos Policiais Civis (Sinclapol). A categoria reivindicou melhores salários e cobrou um posicionamento do governo estadual. Segundo nota da entidade, enviada ao portal aRede, vários trabalhadores policiais, das diversas regiões do Estado, se dirigiram para Curitiba, em apoio à Manifestação Legítima, e em virtude disto, as atividades rotineiras das Delegacias foram suspensas por 24h, durante o dia 29 de abril, com setores de 

Plantão, atendendo somente os casos de urgência e emergência.

Agentes penitenciários de Ponta Grossa também paralisaram suas atividades nesta segunda-feira, aderindo às manifestações realizadas por diversas categorias do serviço público estadual. Cerca de 130 agentes penitenciários aderiram à paralisação na cidade. Os servidores efetivos de plantão não deixaram seus postos em prol da paralisação, no entanto, muitos serviços relativos à categoria foram bloqueados.

No Paraná como um todo, são cerca de 2.800 agentes penitenciários que paralisaram serviços.

Já os professores e professoras da Universidade Estadual de Ponta Grossa já haviam deliberado a paralisação de ontem, em assembleia na última terça-feira (23). A categoria reivindica a reposição de 16,24% de perdas da inflação sobre os salários, se posiciona contra a Reforma da Previdência (PEC 06/2019) do Governo Bolsonaro e descomemora os 4 anos do Massacre de 29 de abril no Centro Cívico, em Curitiba, pelo Governo de Beto Richa (PSDB).

No Paraná outras universidades estaduais também deliberaram por paralisar no mesmo dia, e promoveram atos de manifesto na cidade e na capital.

Governo forma comissão para negociar data-base

O vice-governador do Paraná, Darci Piana (PSD), afirmou nesta segunda-feira (29) que uma comissão deve ser formada na Assembleia Legislativa (Alep) e dos sindicatos, para negociar a data-base dos servidores. Além disso, em entrevista coletiva, ele disse que o governo deve parcelar o reajuste salarial “dentro das finanças e da economia, que podem melhorar, caso a reforma da Previdência seja aprovada”. As declarações foram feitas após reunião com os sindicatos, que realizaram durante a manhã uma manifestação na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right