Ação popular quer impedir celebração ao golpe de 1964
O presidente Jair Bolsonaro orientou os quartéis a celebrarem a 'data histórica', quando um golpe militar derrubou o governo João Goulart e iniciou um regime ditatorial que durou 21 anos.

O presidente Jair Bolsonaro orientou os quartéis a celebrarem a 'data histórica', quando um golpe militar derrubou o governo João Goulart e iniciou um regime ditatorial que durou 21 anos.
O advogado Carlos Alexandre Klomfahs requereu à Justiça, em ação popular, que a Presidência da República se abstenha de comemorar o dia 31 de março de 1964. O presidente Jair Bolsonaro orientou os quartéis a celebrarem a “data histórica”, quando um golpe militar derrubou o governo João Goulart e iniciou um regime ditatorial que durou 21 anos.
Na ação, o advogado afirma que a orientação de Bolsonaro “não é o interesse público e sim o jogo da classe dominante”. “Muda-se o governo prossegue o drama. Há reiterado problema incontornável quanto à violação à moralidade administrativa”, afirmou Carlos Klomfahs.
O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros, informou nesta segunda-feira, 25, que a inclusão da data na ordem do dia das Forças Armadas, para comemoração dos 55 anos do golpe de 1964, já foi aprovada por Bolsonaro. A participação do presidente nesses eventos, porém, ainda não está confirmada.





















