Bolsonaro deve ficar longe da campanha por mais uma semana
Segundo equipe médica, candidato do PSL evoluiu bem, mas ainda deve repousar para garantir recuperação

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, foi submetido a uma nova avaliação médica, na manhã desta quarta-feira (10), em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. De acordo com o clínico cardiologista Leandro Echenique, a cirurgia completa nesta quarta-feira, 10, 34 dias e Bolsonaro está se recuperando, mas ainda não está liberado para fazer campanha.
"Ele perdeu 15 quilos de massa muscular e ainda está fraco. Ele precisa de uma dieta de recuperação proteica.", disse o médico, ressaltando que na próxima quinta-feira (18) Bolsonaro deve ir ao hospital e provavelmente será liberado para campanha e debates. Esta foi a segunda visita feita pelos médicos em uma semana.
Bolsonaro sofreu um ataque no dia 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Ele socorrido e levado à Santa Casa de Misericórdia da cidade e transferido para o Hospital Albert Eisten, em São Paulo. Adélio Bispo de Oliveira, que deu a facada em Bolsonaro, foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político. Segundo a investigação, ele agiu sozinho no atentado.
Ainda segundo os médicos, apesar do quadro de Bolsonaro ter evoluído bem, ele ainda apresenta quadro de anemia, o que impossibilita a liberação completa do paciente. Há uma semana, Macedo e Echenique estiveram com Bolsonaro e contraindicaram a ida dele ao debate da TV Globo com os presidenciáveis, no dia seguinte. O candidato acatou a sugestão e não foi ao encontro.
Adélio Bispo de Oliveira, agressor do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional. O inquérito da Polícia Federal (PF), ao qual a TV Globo teve acesso com exclusividade e que foi concluído nesta sexta-feira (28), afirma que ele agiu sozinho no momento do ataque e que a motivação “foi indubitavelmente política”. Um segundo inquérito foi aberto para dar continuidade às apurações.
As informações são do Bem Paraná com assessorias.





















