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Cida autoriza R$ 1,5 bi para obras em rodovias do estado

Além de verbas para programa de conservação e recuperação de estradas, Estado garante R$ 477 mi para obras

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Da Redação

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A governadora Cida Borghetti autorizou nesta terça-feira (26) investimentos de R$ 1,5 bilhão, com recursos públicos, para o Programa Estadual de Recuperação e Conservação de Estradas. Cida enfatizou que é o maior programa de melhorias de rodovias da história do Paraná.

Até 2020, os 12 mil quilômetros de rodovias estaduais, em 340 municípios, passarão por obras. Em evento realizado no Palácio Iguaçu, Cida assinou as ordens de serviço para os subprogramas de conservação e pavimentação e de recuperação descontínua com melhoria do estado do pavimento. Além disso, há os serviços de conservação da faixa de domínio, já com licitação em curso. O valor é de R$ 477 milhões, o que eleva o investimento total para R$ 2 bilhões. A governadora disse que o programa vai ampliar a seguranças nas estradas e melhorar ligações importantes de todas as regiões do Paraná. “Isso representa mais desenvolvimento e mais qualidade de vida a toda a população paranaense. Este grande montante, de R$ 1,5 bilhão, será de responsabilidade integral do Estado. Os municípios e os cidadãos não vão gastar um centavo a mais para trafegar em estradas de mais qualidade”, destacou.

O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion, afirmou que o Governo do Estado tem responsabilidade grande em melhorias nas estradas que não são pedagiadas, para que todas as rodovias tenham pavimentos bem estruturados. “O Paraná inteiro será beneficiado. Alguns trechos não estão contemplados nestas ordens de serviço porque são locais de emergência. O Estado também está executando obras emergenciais em muitas estradas. Estamos sempre atentos para que todas as estradas sejam transitáveis”, disse Lupion. 

Os procedimentos licitatórios de conservação e pavimentação foram lançados em março de 2017, porém o expressivo número de recursos administrativos e ações judiciais (mandados de segurança) atrasou o cronograma de início dos serviços. O preço máximo previsto nos editais dos programas era de R$ 2,3 bilhões.

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