Curitiba confirma primeiro caso de febre amarela | aRede
PUBLICIDADE

Curitiba confirma primeiro caso de febre amarela

Informação foi confirmada em coletiva de imprensa feita pela Secretaria Municipal de Saúde; paciente contraiu doença em São Paulo

Caso reforça importância de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença
Caso reforça importância de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Informação foi confirmada em coletiva de imprensa feita pela Secretaria Municipal de Saúde; paciente contraiu doença em São Paulo

A Prefeitura de Curitiba confirmou na tarde quarta-feira (31) o primeiro caso de febre amarela na cidade. O caso é importado do estado de São Paulo, contraído no mês de dezembro. De acordo com o Ministério da Saúde, o Paraná tem três casos suspeitos de febre amarela em investigação e outros 14 suspeitos foram descartados.

De acordo com a prefeitura, não há caso de macaco encontrado com sinais da doença na capital paranaense. A vítima da doença, uma mulher de 36 anos, esteve em Mairiporã, próximo à capital paulista, entre os dias 22 e 30 de dezembro. Ela permaneceu internada até o dia 8 de janeiro e já recebeu alta. A Secretaria Municipal de Saúde descarta mudar a recomendação da vacinação, que segue liberada apenas para quem vai às áreas de risco.

Ainda segundo a administração municipal, é importante destacar que não há nenhum outro caso suspeito em Curitiba sendo analisado e nunca houve um caso de contaminação pelo vírus na cidade. “Nossa preocupação é pequena e a população pode ficar tranquila, porque não há caso de transmissão em Curitiba. No período de transmissão, ela esteve internada em observação”, disse a secretária municipal de Saúde, Márcia Cecília Huçulak.

Durante entrevista coletiva, a secretária destacou como é feito o monitoramento em Curitiba. “Todos os macacos mortos são recolhidos e analisados. Alertamos a população para não matar os macacos, porque eles são nossos radares. O que podemos garantir é que a doença não está perto de nós, mas temos que tomar os cuidados”, disse.

Por fim, a secretária destacou a importância de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela. “Em Curitiba, está baixo o número de criadouros e é fundamental manter assim. Todo cuidado é pouco”, concluiu.

Informações Banda B.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right