Presas mantêm reféns durante motim em Piraquara
Uma agente penitenciária e ao menos seis presas são mantidas reféns

Uma agente penitenciária e ao menos seis presas são mantidas reféns
Detentas da Penitenciária Feminina de Piraquara (PFP), na Região Metropolitana de Curitiba, mantêm uma agente penitenciária e ao menos seis presas como reféns desde o início da noite desta quinta-feira (8).
As negociações foram retomadas por volta das 8 horas desta sexta. O clima é tenso no local. O chamado “caveirão” do Batalhão da Polícia de Choque entrou no presídio por volta das 8h30. Não se sabe se é para uma intervenção contra as rebeladas ou apenas para dar suporte aos negociadores.
Familiares tanto das presas quanto dos detentos masculinos, que ficam nos prédios em frente, estão no local e se revoltaram quando souberam agora de manhã que as visitas em todas as unidades foram canceladas. “Cheguei de madrugada com meu filho para ver o pai aqui na PEP e agora dizem que as visitas estão canceladas na masculina. Isso é um desrespeito”, disse uma das mulheres do lado de fora.
De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, a situação está calma e controlada dentro do presídio e a polícia está conduzindo as negociações. Segundo a Sesp, em breve o motim deve se encerrar.
De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), entre 180 e 190 presas estão rebeladas nos pavilhões B e C. As rebeladas exigem a presença de representantes da área dos Direitos Humanos em Piraquara. Equipes do BOPE e uma ambulância do Siate estão na frente do PFP aguardando os negociadores.
Informações Portal Banda B





















