Divulgação de cadáver nas redes sociais pode ser investigada | aRede
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Divulgação de cadáver nas redes sociais pode ser investigada

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Após o corpo da modelo Aline Pereira Godoi Furlan ser encontrado em São Paulo, fotos do cadáver circularam em aplicativos de conversa por celular e no Facebook.

Após a localização do cadáver da modelo Aline Pereira Godoi Furlan, de 28 anos, dentro do carro em uma ribanceira em SP, fotos dela morta começaram a circular em aplicativos de conversas por celular e uma chegou a ser publicada no Facebook. Quem confirma é a advogada da família, Daniele Helleno.

A advogada fez um apelo para que as pessoas deixem de compartilhar as imagens ou que, se publicaram em alguma rede social, que retirem. “Imaginem como será para a mãe dela ver essas fotos. Agora ela está muito mal e à base de remédios para aguentar a dor, mas e se daqui um tempo ela entra no Facebook e aparece o corpo da filha dela exposto daquela forma”, afirmou a advogada.

A Polícia Civil ainda não recebeu queixa formal sobre a circulação de fotos do cadáver de Aline. Se a denúncia for formalizada, o compartilhamento das imagens será alvo de investigação.

As informações são da Banda B.

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