Instituto Educacional Duque de Caxias recebe doação
De acordo com o presidente do IEDC, parte deste recurso será aplicado na compra de mudas de plantas para uma estufa que estão construindo na Cidade dos Meninos

Atender crianças e adolescentes carentes em situação de risco. Este é o objetivo do Instituto Educacional Duque de Caxias (IEDC), que foi criado há 50 anos por um grupo de maçons liderados por Epaminondas Xavier de Barros. Para contribuir com esta missão, o instituto recebeu na manhã desta sexta-feira, 06, uma doação da empresa Deragro Distribuidora de Insumos Agrícolas e do agricultor Renato Zaika. “Ações como essa são uma salvação para nós”, agradeceu o presidente do Instituto, Alcides José Madalozzo.
O valor doado é fruto de um trabalho conjunto entre empresa e agricultor. A Deragro forneceu os insumos (adubo, semente e agroquímicos)e o agricultor entrou com mão de obra e maquinário para a plantação dessa soja, que foi realizada em uma áreana Cidade dos Meninos, entidade mantida pelo IEDC.Depois da colheita, a soja foi comercializada e o dinheiro arrecado (cerca de R$ 37 mil) foi revertido à instituição. “O que nós queremos é incentivar as pessoas a fazerem o mesmo, a doar para as entidades que cuidam das pessoas necessitadas. Gostaríamos muito que a comunidade se inspirasse nisso e fizesse um pouco mais pela sociedade, dentro daquilo que cada pessoa pode doar”, disse o gerente geral da Deragro, Willy Olbertz.
De acordo com o presidente do IEDC, parte deste recurso será aplicado na compra de mudas de plantas para uma estufa que estão construindo na Cidade dos Meninos. “Estamos implantando o projeto de horta orgânica na instituição e as crianças terão aulas para aprender como cuidar dos legumes e verduras. O nosso sonho de escola rural mirim está se tornando uma realidade”, comemora.
O Instituto Educacional Duque de Caxias atende 640 crianças em contra turno escolar, 62 crianças com deficiência física ou mental na Escola Recanto Maria Dolores e 5 internos. “E agora estamos também desenvolvendo ações com as famílias destas crianças, que somam 510. Não podemos fechar os olhos para a comunidade”, enfatiza Alcides José Madalozzo.





















