Vida sexual e plena é tão importante quanto alimentação e sono | aRede
PUBLICIDADE

Vida sexual e plena é tão importante quanto alimentação e sono

Imagem ilustrativa da imagem Vida sexual e plena é tão importante quanto alimentação e sono
-
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Cuidado! Muitas vezes, a mulher considera a diminuição ou ausência de libido algo normal e passa a se conformar com isso. No entanto, alerta a médica nutróloga Dra. Juliana Jawad, o que muitos não se dão conta é que “uma vida sexual saudável e plena é tão importante para o ser humano como é a alimentação ou o sono, ou seja, faz parte da nossa natureza”.

E as causas para essa diminuição ou ausência de libido, explica a especialista, podem ser inúmeras: “No caso da menopausa, pode acontecer a queda dos níveis de estrogênio, progesterona e testosterona. Já o uso de anticoncepcionais (principalmente os comprimidos), e a anticoncepção, como em reposição da menopausa, também têm o mesmo efeito, ou seja, aumentam os níveis de SHBG no fígado, fazendo com que a testosterona se ligue a estes e reduza a sua forma ativa”.

Porém, há outros fatores internos e externos que exercem grande influência sobre a libido, como o excesso de álcool, que pode desregular o equilíbrio hormonal como um todo. “Além dele, os xenoestrogênios, como o bisfenol (presente em plásticos e que bloqueia o receptor de testosterona); medicamentos como estatinas, antidepressivos, ansiolíticos; estresse intenso, levando à queda nos níveis de cortisol que é fundamental para manter nosso nível de energia, inclusive para o ato sexual; e a desregulação de outros hormônios como prolactina, hormônios tireoidianos, ocitocina - hormônio do prazer e que melhora a quantidade e qualidade dos orgasmos-, dhea e GH”.

Não podemos nos esquecer também, salienta a nutróloga, da presença de fatores psicológicos que podem estar envolvidos, como transtornos de humor e ansiedade, problemas de relacionamento e o estresse crônico. “É por isso que para um diagnóstico correto, além da queixa clínica, faz-se necessária uma ampla investigação dos níveis hormonais e bioquímicos, e análise de aspectos psíquicos”.

O tratamento, portanto, consiste principalmente na mudança de hábitos de vida, na prática regular de atividade física e na reposição hormonal. “O tratamento é individualizado e pode ser feito através da modulação de hormônios como testosterona, estádios, progesterona, dentre outros, além de suplementos vitamínicos, minerais e antioxidantes, seja por via oral ou transdérmica. E o tempo de duração vai depender muito de cada indivíduo. No entanto, é indicado que a modulação hormonal seja realizada regularmente para que se possa fazer todos os ajustes necessários”, finaliza Dra. Juliana Jawad.

Informações da assessoria.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right