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Publicação do JM evidencia força do agronegócio regional

Suplemento especial encartado na edição desta quinta-feira do Jornal da Manhã traz reportagens que mostram posições de destaque dos municípios da região na produção estadual e nacional

Suplemento especial está encartado na edição desta quinta-feira do Jornal da Manhã
Suplemento especial está encartado na edição desta quinta-feira do Jornal da Manhã -

Fernando Rogala

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Na edição desta quinta-feira (15), o Jornal da Manhã faz o lançamento da publicação especial ‘A Força do Agro’, um caderno que mostra toda a importância do agronegócio para a economia dos municípios que compõem a região dos Campos Gerais. O material encartado traz, em 16 páginas, reportagens sobre a relevância da agricultura, pecuária, silvicultura e outros setores ligados à produção no campo.

A reportagem de capa é justamente sobre o valor total de riquezas geradas no campo nos 31 municípios da região, que alcançou R$ 24,92 bilhões em 2021, conforme os dados do Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP). Desse montante, quase um terço (R$ 8,12 bilhões) foi gerado somente pela soja, que é o produto que mais gera riquezas em 25 dos municípios da região. Outra pauta destaca o município de Tibagi, que antes era reconhecido como o que mais produz trigo no Paraná, e agora assumiu a liderança na soja, superando Cascavel.

Outros municípios protagonistas em âmbito nacional são Castro e Arapoti. Enquanto o primeiro se mantém como na liderança da produção nacional de leite, com Carambeí na segunda colocação nacional, Arapoti assumiu a liderança na produção de mel, deixando Ortigueira na terceira colocação nacional. E sem falar ainda em Telêmaco Borba, apontada como a segunda cidade que mais gera riquezas na silvicultura no país, segundo pesquisa do IBGE.

Porém, mais do que os principais produtos, há produtores dos Campos Gerais que inovam e buscam outros cultivares, para ampliar os ganhos e otimizar o uso da terra, além, é claro, de tornar o solo ainda mais produtivo, com o aumento da matéria orgânica, que se traduz em melhor produtividade para a safra seguinte – isso é abordado na pauta sobre a importância da rotatividade de culturas. 

AVANÇOS

A constante revolução tecnológica é outro tópico abordado na publicação, que mostra o quanto a tecnologia já contribuiu e ainda contribuirá para facilitar a produção, reduzir os custos e ampliar os ganhos. E sem falar nos resultados das safras de 2021/22, tanto da de verão quanto de inverno, e das projeções para a safra de verão de 2022/23, que está se desenvolvendo para a colheita nos próximos meses.

“Ao destacar a força do agronegócio, o Portal aRede e o Jornal da Manhã reforçam a importância deste setor para o fortalecimento da economia regional, com importantes resultados financeiros e, ainda, pelo grande número de empregos ofertados à população regional”, afirma Eloir Rodrigues, diretor do Grupo aRede. “Por tudo o que fez nas últimas décadas, a região se consolida como um dos expoentes em todo o território nacional. Essa condição foi alcançada pela inclinação dos investimentos em alta tecnologia, bem como pelo clima e localização geográfica. É possível perceber, dada a evolução dos últimos anos, que a produção e a produtividade estão aumentando gradativamente”, completa o diretor do Grupo aRede.

Potencial do cooperativismo é destacado

Duas das pautas abordadas no caderno especial mostram o quão as cooperativas são importantes no desenvolvimento regional. Enquanto uma aborda o desenvolvimento e o fomento da cadeia da cevada regional, desencadeada pelo investimento multibilionário de R$ 3 bilhões em Ponta Grossa, realizado por seis cooperativas, outra trata do faturamento alcançado pelas principais cooperativas sediadas nos Campos Gerais. Castrolanda, Frísia, Capal, Coopagricola e Witmarsum alcançaram, em 2021, um faturamento de quase R$ 15 bilhões, gerando desenvolvimento regional e refletindo em melhorias na qualidade de vida na comunidade regional. E o detalhe é que prévias de movimentação financeira mostram que 2022 será ainda melhor para as cooperativas na região e no Estado do Paraná – o Sistema Ocepar confirmou, em seu encontro anual de fim de ano, que o faturamento das cooperativas paranaenses já superou a marca de R$ 180 bilhões, crescendo mais de 20% sobre o acumulado em 2021.

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