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Klabin planeja investimento de R$ 3,2 bilhões na região

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O investimento no Projeto Puma, fábrica de celulose no município de Ortigueira, sequer foi concluído pela Klabin e a gigante do papel já planeja um novo investimento na Região dos Campos Gerais. Trata-se da instalação de uma máquina de papel-cartão, utilizado para embalagens, cujo orçamento está acima dos R$ 3 bilhões – o valor aproximado de um equipamento desse é de aproximadamente US$ 800 milhões. Esse tipo de produto já é produzido na fábrica de Telêmaco Borba, mas o novo aporte seria para o Projeto Puma, elevando o investimento total do complexo industrial para quase R$ 12 bilhões.

O diretor-geral da empresa, Fabio Schvartsman, revelou a analistas que a Companhia está evoluindo nas negociações com clientes e, dessa forma, o investimento seria submetido, ainda neste ano, à aprovação do conselho. Segundo ele, a Klabin está tendo o cuidado ao falar sobre esse assunto para não tirar o foco de garantir um bom início de operação da fábrica de celulose.

O desenvolvimento da pré-engenharia da máquina já está em andamento e a previsão é de que essa nova linha possa ser implantada e entre em operação ainda em 2017. Sua capacidade de produção seria de aproximadamente 400 mil toneladas por ano – volume que poderia ser ampliado em 2019 com mais um incremento de produção, de acordo com a demanda, através do novo investimento em maquinário.

A intenção da realização desse investimento é antiga. Ainda antes da oficialização do Projeto Puma, na época que começaram as obras de terraplanagem (primeiro semestre de 2013), o diretor-geral da Companhia já havia confirmado a intenção de realizar esse investimento após a conclusão do Projeto Puma e o início de operação das linhas de celulose.


Indústria está em fase de testes
O Projeto Puma entrará em operação dentro de aproximadamente um mês. Com o cronograma de início de fabricação previsto para março, todas as máquinas passam pelo processo de comissionamento. Em capacidade máxima, a unidade será capaz de produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. O investimento total na planta nesta ‘primeira fase’ é de R$ 8,6 bilhões – apontado como o maior investimento privado da história no Estado do Paraná.

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