Indústria de confecção castrense cresce durante a pandemia

Empresa iniciou ano com 10 profissionais de costura, e, ao final do ano, este número dobrou, atingindo a marca de 20 colaboradores

Empresa começou a exportar em 2020
Empresa começou a exportar em 2020 -

Da Redação

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Empresa iniciou ano com 10 profissionais de costura, e, ao final do ano, este número dobrou, atingindo a marca de 20 colaboradores

O ano de 2020 foi marcado por grandes mudanças. A necessidade de demissões, a falta de oportunidade de crescimento atingiu diversos setores, mas na Ciacool, produtos esportivos, de Castro, a história foi outra. Corte de funcionários nunca foi opção, e mesmo com a crise afetando boa parte do país, a empresa demonstrou resiliência e teve um crescimento significativo desde março.

Os resultados positivos apareceram principalmente no e-commerce, com o aumento do volume de vendas, foi necessário também ampliar a produção e a equipe. As mudanças não foram apenas no espaço, mas sim no porte, elevando a empresa de ateliê à uma indústria. O ano iniciou com 10 profissionais de costura e este número dobrou. Além das contratações, investimentos em máquinas e treinamentos viraram rotina.

As vendas, que até então eram feitas apenas em território nacional, alcançaram terras internacionais no segundo semestre. A empresa hoje faz exportação das peças para Portugal, e os produtos já estão disponíveis em lojas da Espanha e França. Uma nova etapa que marca o crescimento da empresa, mesmo com os desafios impostos pela pandemia do Covid-19.

Em março, com o anúncio do avanço da pandemia no país, a produção de artigos esportivos foi interrompida. Neste período, as colaboradoras trabalharam de forma voluntária, produzindo roupas a profissionais de saúde. Durante a ação solidária, foram produzidos 577 conjuntos.

Com informações da assessoria de imprensa