Suspeito de homicídio em Curitiba é preso em Castro
Operação deflagrada nesta quarta-feira resultou na prisão de rapaz de 26 anos suspeito de execução na capital paranaense

Operação deflagrada nesta quarta-feira resultou na prisão de rapaz de 26 anos suspeito de execução na capital paranaense
Policiais civis de Castro (região dos Campos Gerais) e de Curitiba prenderam um rapaz de 26 anos suspeito de envolvimento num homicídio ocorrido na capital paranaense em dezembro do ano passado. O suspeito estava escondido em Castro e usava um nome falso para viver na região dos Campos Gerais.
A Operação Desova, deflagrada na manhã desta quinta-feira (10), culminou na prisão do suspeito de matar Rogério da Costa Fonseca, em 14 de dezembro de 2019. O corpo da vítima foi encontrado apenas no dia 9 de janeiro dentro de um rio na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). A vítima estava desaparecida desde o dia 14 de dezembro quando saiu para ir a uma festa de confraternização na Estrada do Ganchinho, no bairro Umbará, e não mais retornou para sua casa.
Durante a investigação, foi possível demonstrar que no dia do crime, por volta das 19h, Rogério foi até uma residência no bairro Tatuquara para comprar cocaína. Ele se desentendeu com o dono do ponto de venda de drogas, e também com seu irmão. Rogério foi arrastado para dentro do terreno do imóvel e foi espancado pelos dois irmãos e mais um adolescente. Em seguida, foi executado com um tiro na cabeça.
Os três envolvidos colocaram o corpo da vítima no porta-malas de um carro e desovaram o cadáver em um córrego. A motocicleta da vítima foi queimada no bairro Umbará no dia 18 de dezembro, quatro dias após o homicídio.
Um dos suspeitos tinha mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário e era considerado foragido da Justiça e estava escondido na cidade de Castro usando um nome falso. Ele foi encontrado e preso, sendo conduzido para a delegacia da Polícia Civil de Castro. O adolescente4 já está internado no centro de Socioeducação (Cense) de Curitiba.
Além dos investigadores de Castro, a operação contou com policiais civis da Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) e da Delegacia do Adolescente, ambas unidades de Curitiba.





















