Três cidades concentram 47% das mortes violentas na região

O balanço das mortes violentas na região dos Campos Gerais em 2015 aponta que 41%, das 327 mortes no primeiro semestre de 2015, foram causadas em acidentes de trânsito, entre atropelamentos, capotamentos e colisões. O levantamento é realizado com dados do Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa, que atende 27 cidades da região. Os acidentes, em sua grande maioria, envolvem motociclistas e, fatores como a junção entre rodovias estaduais e federais junto ao tráfego urbano, potencializam os riscos.
A segunda causa que mais gerou mortes foram os homicídios, por agressão, arma de fogo e arma branca, que somaram 27% das mortes violentas – com 89 casos no total. Quanto aos homicídios, os disparos por arma de fogo causaram 50 mortes. Já os homicídios com arma branca foram a causa de 25 mortes e 14 pessoas morreram agredidas.
Das 372 mortes violentas, 102 aconteceram em Ponta Grossa, o que representa 31 % dos casos. As colisões entre veículos foi o motivo do maior número de mortes na região, com 89 casos – a mesma quantidade dos três tipos de homicídios somados. Além disso, o IML registrou 26 casos de atropelamentos e 18 capotamentos. Sendo que, 35 das mortes no trânsito aconteceram apenas em Ponta Grossa.
Durante o primeiro semestre, sete cidades concentraram 65 % das mortes violentas na região, sendo eles Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Palmeira, Castro, Tibagi, Ortigueira e Reserva. A cidade mais violenta foi Ponta Grossa, com 102 mortes, seguida de Telêmaco Borba que registrou 35 mortes e Palmeira com 18 casos. As três cidades concentram 47% das mortes provocadas por causas externas na região.
Segurança - Figueira não teve casos de mortes violentas no ano
Dentre as 27 cidades atendidas pelo Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa, apenas Figueira não teve nenhum caso de mortes violentas durante os primeiros seis meses de 2015, segundo estatísticas do IML. A cidade de Sapopema, também atendida pelo IML de Ponta Grossa, foi a segunda cidade com menos casos de mortes provocadas por causas externas. Dois casos foram registrados durante o ano de 2015.
As informações são do Jornal da Manhã





















