Carambeí intensifica vacinação contra Febre Amarela | aRede
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Carambeí intensifica vacinação contra Febre Amarela

As vacinas estão disponíveis na Sala de Vacinação no Centro Municipal de Saúde

A vacina deve ser dada para toda a população de 9 meses a 59 anos
A vacina deve ser dada para toda a população de 9 meses a 59 anos -

Da Redação

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As vacinas estão disponíveis na Sala de Vacinação no Centro Municipal de Saúde 

O Paraná está em alerta contra a Febre Amarela com indicação de vacinação em todas as cidades, para todo a população de 9 meses a 59 anos. Em Carambeí a secretaria Municipal de Saúde por meio da Vigilância Epidemiológica, ministra as doses durante todo dia das 08h30 às 11h e das 13h às 16h, na Sala de Vacinas no Centro Municipal de Saúde.

A enfermeira, responsável pelo departamento de Vigilância Epidemiologia, Gisele de Paula Machado, explica que em Carimbeí a vacinação contra Febre Amarela para a população de 9 meses a 17 anos está dentro da meta de cobertura vacinal. "Com a campanha deflagrada pela secretaria de Estado de Saúde e também da Educação, em 2018, que estabeleceu a obrigatoriedade da apresentação da Carteira de Vacinação, em dia, para matrículas  na rede pública e particular de ensino toda essa população de idade escolar está imunizada com as doses preconizadas pelo Ministério da Saúde. As crianças de 9 meses até 4 anos que não estão na escola também integram o índice de cobertura", declara.

A enfermeira do departamento de Epidemiologia esclarece que a população de idade adulta até 59 anos que não recebeu a dose da vacina contra Febre Amarela ou também que não tem registro documental  necessita receber a imunização. " É importante lembrar que a Carteira de Vacinação é um documento exigido para diversas situações e mais que isso é a garantia da prevenção de várias doenças", avisa a enfermeira Gisele Machado.

Febre Amarela no Paraná

O primeiro caso foi registrado em Antonina, no final de janeiro, o local de provável de infecção pode ter sido Guaraqueçaba. Os outros dois são de Adrianópolis, também na região metropolitana de Curitiba, classificados como autóctones (quando a infecção do vírus se dá na própria cidade).

O  número de notificações passou de 38 para 115 em todo o Estado, 43 já foram descartadas e  68 estão sendo investigadas.

A morte de macacos, que serve como um indicador da circulação do vírus, ocorreu em 34 municípios paranaenses, até agora só está confirmada a existência do vírus em Antonina, onde morreram os primeiros macacos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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