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Região contabiliza 692 mortes violentas em 2014

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O Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa, que atende ao município e outras 30 cidades dos Campos Gerais, contabilizou 692 mortes violentas em 2014, conforme dados repassados ao longo do ano, e levantamento feito pelo Jornal da Manhã.

Dentre essas mortes, 278 corresponderam a acidentes de trânsito, que incluem atropelamentos, colisões e capotamentos de veículos. Essas mortes correspondem a 40,17% das mortes violentas registradas entre janeiro e dezembro do ano passado. Já as mortes por arma de fogo somaram 131 casos, o que significa 18,9% do total de mortes violentas.

Conforme os relatórios, o mês com maior número de mortes foi março, que teve um total de 75 mortes violentas, das quais 28 foram decorrentes de acidentes no trânsito e outras 10 foram resultado de morte por arma de fogo.

Os resultados mantêm Ponta Grossa entre as cidades mais violentas do Paraná. O município colaborou para que março fosse o mês mais violento na região. Somente na cidade, foram 34 mortes violentas, entre homicídios e acidentes de trânsito, que englobam ocorrências dentro a área urbana do município e em rodovias do entorno. Ao todo, Ponta Grossa teve 251 mortes violentas em todo o ano de 2014.

Logo atrás do mês de março, outubro teve 27 mortes violentas. Os meses em que foram registrados menos casos foram os de dezembro (13), novembro (14) e maio (15).

Os números correspondem à somatória dos dados preliminares divulgados mensalmente pelo IML da região. O resultado oficial, tabulado pelo Governo do Estado, deve ser divulgado até o final deste mês, e disponibilizado pela Secretaria de Segurança.

ASSASSINATOS

Ponta Grossa teve 47 homicídios

A 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa também divulgou, nesta semana, os dados referentes aos homicídios registrados pela Polícia Civil. Ao todo foram 47 mortes por assassinato, das quais 44 eram homens. O mês de março também liderou esses casos, com oito homicídios. O bairro com maior número de ocorrências foi Uvaranas, com oito casos. Em seguida vieram Oficinas (7). Nova Rússia e Centro tiveram seis casos, cada.

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