PM alerta para golpe do ‘falso sequestro’ na região
Central de emergência da Polícia Militar de Irati tem recebido várias ligações de vítimas desse tipo de golpe e alerta a população

Central de emergência da Polícia Militar de Irati tem recebido várias ligações de vítimas desse tipo de golpe e alerta a população
O comando da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Irati alerta para a ocorrência de vários casos de golpes do falso sequestro. A Central de Emergência da PM, por meio do número 190, tem recebido diversas ligações de pessoas que quase caíram neste tipo de crime e, por isso, alerta a população sobre o crescimento da prática na cidade.
De acordo com a PM, o estelionatário liga para um número de telefone aleatório e diz que sequestrou alguém da família, normalmente filho ou filha. A vítima ouve alguém do outro lado da linha chorando e pedindo socorro. É nesse momento que aproveitando do estado emocional da vítima, o golpista consegue obter informações, pois quem está recebendo a ligação acaba associando o choro com seu familiar e sem perceber acaba até falando o nome.
Com essa informação já cedida pela vítima, o criminoso começa a pedir dinheiro, alegando que se não receber vai matar o suposto sequestrado.
Dicas importantes
A PM orienta que mesmo diante da situação de estresse, é importante manter a calma e não falar o nome do suposto sequestrado para não fornecer informações importantes ao golpista. Além disso, é essencial pedir informações que confirmem se há alguém realmente feito de refém, enquanto outras pessoas podem procurar a pessoa supostamente sequestrada.
Se não conseguir contato com a suposta vítima, peça falar com a pessoa sequestrada e pergunte algo que apenas aquela pessoa saberia responder, como o nome de um animal de estimação, o nome de um avô ou alguma pergunta mais pessoal. Quanto mais calmo conseguir se manter, mais rápido irá conseguir se livrar do criminoso e desligar o telefone.
A polícia também pede que esse tipo de ocorrência sempre seja registrado e, se possível, com o telefone de quem fez a ligação e a conta bancária que o depósito foi solicitado. Assim, é possível aprimorar o serviço de investigação e identificar os autores do crime.





















