Diretor da Compagas visita obras de gasoduto em Castro

No início desta semana, o diretor-presidente da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), Luciano Pizzatto esteve na região para acompanhar as obras de expansão da Rede de Distribuição de Gás Natural (RDGN). Em Castro, Pizzatto e o prefeito em exercício, Marcos Bertolini, visitaram indústrias que serão abastecidas pelo gasoduto – como a Cargill e Evonik Indústria Química – e outras potenciais consumidoras.
A ampliação da malha de distribuição de gás tem o objetivo de atender a demanda do segmento industrial na região. Para a obra, a Compagas está construindo 80 quilômetros de tubulação em Ponta Grossa, Carambeí e Castro - chegando até a região do Distrito Industrial II Tatsuo Yamamoto, na Castrolanda - totalizando investimento de R$ 83 milhões.
Conforme Pizzatto, as obras cumprem o cronograma previsto pela Compagas e devem estar concluídas no final de 2015. Mas, antes disso, algumas indústrias devem começar a receber pequeno volume de gás natural comprimido – que será transportado por carretas – para atender parte de sua demanda. “A Cargill começará a ser atendida em agosto e a Evonik, em outubro”, explica.
Pizzatto ressalta que o objetivo é que Castro também tenha postos de combustíveis que ofereçam Gás Natural Veicular (GNV). “A partir do momento em que o município for abastecido regularmente pensamos em adaptar a frota de veículos da Prefeitura para ser abastecido com GNV, o que permite maior economia”, aponta o prefeito em exercício, Marcos Bertolini.
Privilegiada
Com a implantação do gasoduto, Pizzatto ressalta que Castro estará em posição privilegiada. “Castro será uma das poucas cidades não apenas do Paraná, mas do Brasil, que terá gasoduto para atender a demanda de qualquer tipo de indústria, e isso deve ser um fator fundamental para a atração de novos investimentos no município”, reforça.
Vantagens
O gás natural é chamado desta forma porque pode ser encontrado naturalmente nas profundezas do mar ou abaixo do solo em diversos lugares do mundo. Ele é um combustível fóssil como o carvão mineral e o petróleo. Sua queima produz uma combustão limpa, liberando apenas componentes que não são considerados tóxicos - como dióxido de carbono e vapor d'água. Além disso, não possui cheiro nem cor, e, apesar de ser inflamável se aquecido a temperaturas superiores a 622°, não é explosivo. Também é mais barato que energia elétrica e mais seguro que o gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo – GLP).
Entre as vantagens do uso deste combustível, Pizzatto aponta o baixo impacto ambiental. Ele substitui formas de energias poluidoras como carvão, lenha e óleo combustível e também contribui para a redução do desmatamento e diminui o tráfego de caminhões que transportam outros tipos de combustíveis às indústrias. Outra vantagem é que as indústrias não precisam investir em área de estoque do gás natural, como é necessário com outros tipos de combustíveis. Isso porque o gás natural é fornecido de forma contínua, a exemplo da água e energia elétrica.
Informações da assessoria.





















