ACIPG parabeniza prefeito de Castro, Moacyr Fadel
Presidente entende como ato corajoso negar o reajuste da tarifa do transporte coletivo

Presidente entende como ato corajoso negar o reajuste da tarifa do transporte coletivo
A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) se manifestou, através de seu outdoor eletrônico, parabenizando Moacyr Elias Fadel Júnior, prefeito do município de Castro, nos Campos Gerais, por não permitir o reajuste da tarifa do transporte coletivo no município vizinho. O mesmo outdoor critica o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel (PPS), por autorizar o reajuste de 15,6%, no dia 26 de fevereiro, feriado de Carnaval.
Ontem, o prefeito de Castro, Moacyr Elias Fadel Junior, negou o pedido de aumento no valor da tarifa do transporte coletivo do município feito pela Viação Cidade de Castro (VCC). Fadel justificou que há necessidade da revisão de contratos administrativos e que com a transição de governo não houve tempo hábil para tal análise.
De acordo com a Prefeitura de Castro, a Viação Cidade de Castro opera o transporte coletivo do município e a atual tarifa está em R$ 3,05, valor reajustado em março de 2016. Com essa decisão, o preço da tarifa do transporte coletivo está congelado pelos próximos 12 meses.
No mês de fevereiro a empresa encaminhou o pedido de reajuste anual pelo INPC para R$ 3,20. "O país atravessa uma crise sem precedentes e um aumento na passagem seria penalizar ainda mais a população, principalmente a de baixa renda que mais utiliza o transporte público. Por isso é incabível em um momento como esse, reajustar o valor”, disse o prefeito de Castro.
Para o presidente da ACIPG, Douglas Taques Fonseca, o exemplo de Castro deveria ter acontecido em Ponta Grossa, em respeito ao cidadão. “Parabenizo o prefeito Moacyr pela coragem de não permitir o reajuste da tarifa, quando existem dúvidas quanto aos dados emitidos pela empresa concessionária. Em Ponta Grossa, solicitamos ao prefeito que aguardasse a conclusão da CPI do Transporte Coletivo para reajustar a tarifa, mas não fomos ouvidos”, comenta Fonseca.
Informações da Assessoria de Comunicação





















