Dívidas dificultam atendimento da Saúde em Tibagi
Pendências da antiga gestão paralisaram serviços e consórcios de saúde do município, segundo atual secretário da pasta.

Pendências da antiga gestão paralisaram serviços e consórcios de saúde do município, segundo atual secretário da pasta.
A Secretaria de Saúde de Tibagi encontrou problemas por conta do acúmulo de dívidas deixadas pela gestão passada. Desde o início da atual administração, falta de equipamentos, profissionais, locais apropriados e até mesmo de pagamento de serviços e convênios vêm afetando o andamento dos trabalhos. De acordo com o secretário da pasta, Wilson Silva Júnior, tudo está sendo feito dentro das possibilidades físicas e financeiras da prefeitura.
Um exemplo da situação é o Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIMS), que voltou a funcionar na última sexta-feira (10). O convênio foi rompido em outubro por conta de uma dívida de cerca de R$ 20 mil da gestão anterior, que ficou por vários meses sem fazer o repasse ao consórcio. Só depois de uma renegociação o serviço pode ser retomado. A prefeitura aumentou o aporte por paciente, que antes era de R$ 0,57, para R$ 1,00 e vai pagar R$ 1.650,00 mensalmente até quitar a dívida.
Outro problema, resolvido nesta semana, foi o acerto com uma prestadora de serviços de Ponta Grossa. A empresa é responsável pelos exames de eletrocardiogramas oferecidos pela prefeitura paralisou o atendimento devido a uma dívida herdada de R$ 20,8 mil, referente ao não recebimento de oito mensalidades. Uma negociação direta da administração com os responsáveis pela empresa resolveu o impasse. O serviço foi retomado na tarde de quinta-feira (15).





















