Limite do MCMV é ampliado para R$ 170 mil em PG | aRede
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Limite do MCMV é ampliado para R$ 170 mil em PG

Para outras cidades da região dos Campos Gerais, teto agora varia entre R$ 95 mil e R$ 140 mil

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Fernando Rogala

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A Caixa Econômica Federal revelou os novos valores dos financiamentos para os imóveis nesta nova fase do Programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, divulgado nesta segunda-feira, em Brasília, pelo Ministério das Cidades e pelo presidente Michel Temer. Com a mudança, foi elevado o teto dos valores dos imóveis enquadrados no projeto habitacional do Governo Federal. Em Ponta Grossa, por exemplo, o limite, que era de R$ 160 mil, agora passa a ser de R$ 170 mil. Este valor passa a ser aplicado para todos os imóveis localizados em cidades com mais de 250 mil habitantes na região Sul, Espírito Santo e Minas Gerais.

Para cidades com população entre 50 mil e 250 mil habitantes, como é o caso de Telêmaco Borba, Castro, Irati e Prudentópolis na região dos Campos Gerais, o valor limite agora passa a ser de R$ 140 mil – valor R$ 10 mil superior aos R$ 130 permitidos antes. Já para as cidades com população entre 20 e 50 mil habitantes, a alta foi um pouco menor, de R$ 5 mil. O teto passou de R$ 100 mil para R$ 105 mil. É o que vale para cidades dos Campos Gerais como Jaguariaíva, Palmeira, Imbituva, Arapoti, Reserva, Piraí do Sul, Ortigueira, Carambeí e Tibagi.

Cidades com menos de 20 mil habitantes agora têm o teto de R$ 95 mil para a aquisição pelo Programa. O limite anterior era de R$ 90 mil. Na região dos Campos Gerais, esse valor vale para os municípios de Sengés, Cândido de Abreu, Ipiranga, Rebouças, Curiúva, São João do Triunfo, Ivaí, Imbaú, Teixeira Soares, Ventania, Guamiranga, Fernandes Pinheiro e Porto Amazonas.

Para o presidente regional do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Helmiro Bobeck, ainda é cedo para avaliar o impacto que essas alterações trarão ao mercado imobiliário. “É algo tão recente que não dá para ter a percepção. Além disso, é um aumento pequeno, de R$ 10 mil, então essas mudanças são mais para a atualização do Programa”, informa. Por outro lado, ele lembra que há uma demanda reprimida pela fase 1 do programa, contratado junto à Prolar, em Ponta Grossa. Como já explicou o presidente da Prolar ao JM, Dino Schrutt, a perspectiva é de que 1 mil unidades sejam contratadas neste ano. “As contratações ficaram paradas o ano passado inteiro. Mas agora há a expectativa dessa retomada. E o que gira mais rápido é a geração de emprego”, completa Bobeck.

 Juros Mantidos

Apesar da elevação da janela da renda familiar mensal para a faixa 1,5 (para R$ 2,6 mil), faixa 2 (para R$ 4 mil) e faixa 3 (agora até 9 mil), a taxa de juros permanece a mesma, começando em 5% na faixa 1,5. A única mudança ocorre na faixa 3, cuja taxa de juros foi mantida em 8,16% para famílias com renda até R$ 7 mil. Já para aquelas com renda entre R$ 7 mil e R$ 9 mil, essa taxa aplicada é de 9,16%.

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