Copeira atingida com tiro na cabeça morre no hospital

Investigadora da Polícia Civil se apresentou com a presença de um advogado na última semana e assumiu que efetuou o disparo
Atingida na cabeça por uma bala disparada da arma de uma investigadora de polícia, a copeira Rosária Miranda da Silva, 50 anos, morreu no começo da tarde deste domingo (1), em Curitiba. Ela estava internada desde o dia 23 de dezembro, data do crime, no Hospital Cajuru e não resistiu aos graves ferimentos. Uma investigadora da Polícia Civil se apresentou com a presença de um advogado na última semana e assumiu que efetuou o disparo. As informações são do portal Banda B.
Rosária participava de uma confraternização em um prédio no bairro Centro Cívico quando foi atingida. Vídeo mostra que ela já se despedia das amigas no momento do crime.
Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a investigadora disse que se irritou com o barulho da festa de confraternização, que ocorria ao lado de casa. O disparo foi feito da janela do apartamento dela. A policial, que não teve o nome revelado pelos investigadores, é lotada no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) e vai responder por tentativa de homicídio com dolo eventual, quando o autor não tem intenção de matar, mas assume o risco. A arma utilizada no crime foi apreendida e deve passar por uma perícia. A corregedoria da Polícia Civil foi comunicada e deve abrir uma investigação interna para apurar a conduta da policial.
“Ela compareceu aqui, confessou que foi ela a autora dos disparos, disse que não tinha intenção de atingir a vítima, que o disparo aconteceu de uma janela da casa e teria ricocheteado e, então, atingido a cabeça da dona Rosária”, disse o delegado Fábio Amaro à Banda B.
A DHPP chegou a pedir a prisão da investigadora, mas o pedido foi negado pela Justiça





















