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Parque Histórico busca recursos pela ‘Lei Rouanet’

Museu de Carambeí está em busca de colaboradores para investir na instituição.

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Museu de Carambeí está em busca de colaboradores para investir na instituição.

A Associação Parque Histórico de Carambeí (APHC) apresentou seu plano anual de atividades ao Ministério da Cultura (Minc) e obteve aprovação do projeto para a captação de verbas, via Lei Rouanet, para manutenção de suas atividades a fim de implantar novos projetos no museu em 2017.

“A Lei Rouanet é importante e imprescindível no fomento a cultura, é um instrumento que auxilia na geração de empregos diretos, indiretos e no desenvolvimento local. A existência do Parque Histórico se concretizou devido a lei de incentivo fiscal,” comenta Felipe Pedroso historiador e coordenador cultural da instituição.

O Parque Histórico de Carambeí, considerado o maior museu histórico a céu aberto do Brasil, é mantido por meio da lei de incentivo fiscal. Para ajudar a instituição cultural manter seu calendário de atividades, a preservar e difundir a história de Carambeí e a instrumentalizar o museu, pessoas físicas poderão destinar até 6% do valor devido do Imposto de Renda e as pessoas jurídicas 4%, os valores precisam ser depositados na conta da instituição até o dia 28 de dezembro e posteriormente esse valor será abatido na sua totalidade na declaração do Imposto de Renda e diante a apresentação de um recibo de mecenato fornecido pela APHC.

O coordenador cultural relata os ganhos para quem investe no projeto cultural por meio da Lei Rouanet. “A classe empresarial que apoia a instituição destinado uma porcentagem do Imposto de Renda tem valor social agregado a sua marca. Tanto as empresas quantos pessoas físicas que investem no Parque Histórico de Carambeí estimulam o desenvolvimento do turismo, da gastronomia, práticas culturais na região e podem acompanhar o uso desses recursos com resultados sólidos”.

“Quem investe no Parque Histórico de Carambeí via lei de incentivo garante a manutenção da instituição e possibilita o crescimento com novas atrações culturais. Permitindo que o museu, consolidado nos Campos Gerais, se torne uma referência na região Sul”, finaliza Dick Carlos de Geus presidente da APHC.

Informações da Assessoria de Imprensa.

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