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Piloto de cinco anos de Carambeí é nova aposta do kart

Filipe Vriesman pilota desde os três anos e já acumula resultados expressivos.

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Filipe Vriesman pilota desde os três anos e já acumula resultados expressivos.

O anúncio do futuro Kartódromo de Ponta Grossa, que deverá ser instalado na BR-376, na área do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) irá beneficiar todos amantes do automobilismo na região. E, mesmo sem uma pista, as novas gerações mostram que o investimento valerá cada centavo.

Em Carambeí, região dos Campos Gerais, um menino de apenas cinco anos vem chamando a atenção pela habilidade em conduzir um kart, mesmo com pouca idade. Trata-se de Filipe Vriesman, que completou seu quinto ano em julho deste ano. Incentivado desde cedo pelo pai, o empresário Ron Vriesman, a criança já coleciona bons resultados. Sem categorias para sua idade, Filipe vem participando de categorias amadoras.

Filipe começou quando completou três anos. "Eu comprei um kart próprio para crianças de três a seis anos. Eu já corria antes, levava ele no colo para ir passeando. O treino começou em Ponta Grossa, devagar, com motor reduzido. Com três anos e meio ele já estava com o motor mais forte, atingindo 60 km por hora", explica Ron.

Quando Filipe completou quatro anos, o pai o levava até Curitiba. Antes, os treinos eram em Ponta Grossa e Irati. Apesar de só poder correr profissionalmente com sete anos (na categoria mirim), o menino já conta com um kart profissional. "Desde pequeno eu fazia uma pista com pneus em casa e ele já corria com o triciclo que ganhou de presente, fazendo curvas", comenta Ron.

O potencial pode ser explicado nas provas amadoras: Filipe já consegue superar crianças até quatro anos mais velhas. "Em Curitiba, ele passava voando pelos meninos mais velhos, que já eram profissionais".

O objetivo, segundo Ron, é que Filipe, que sempre reitera o gosto pelo automobilismo, atinja categorias cada vez maiores e dispute campeonatos como o Sul-Brasileiro e o próprio Brasileiro. "É muito dinheiro, vamos precisar de patrocínios, tentar profissionalizá-lo. Todo mundo diz que, quando ele entrar no Brasileiro, vai ser mamata", aponta o orgulhoso pai do piloto mirim.

Primeiro troféu

Faltando pouco menos de dois anos para a profissionalização de Filipe, o pai já começa os planos para que o filho possa seguir o sonho: trocou de carro, comprando uma caminhonete que consiga carregar o kart para lugares como São Paulo, onde há mais competições e estrutura. "Eu, que sempre gostei de kart, já não corro mais. Agora, só dedico ao Filipe", conclui Ron.

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