Redução dos gastos públicos é prioridade de Moacyr Fadel | aRede
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Redução dos gastos públicos é prioridade de Moacyr Fadel

Fadel foi reeleito em Castro
Fadel foi reeleito em Castro -

Moacyr Fadel (PMDB) pretende extinguir secretarias e trazer mais investimentos para a saúde.

Eleito com uma boa vantagem no município de Castro neste domingo (2), o agricultor Moacyr Fadel (PMDB) já definiu suas prioridades para a gestão que iniciará em janeiro do próximo ano. Com 46,61% dos votos válidos (18.390 pessoas), o novo prefeito deixou para trás Marcos Bertolini, do PSDB e Aline Sleutjes, do PR. Moacyr volta à Prefeitura de Castro, após comandar a cidade por 8 anos, durante 2005 a 2012, e terá como vice Álvaro Telles (PTB).

O agricultor apontou que questões como a diferença entre o orçamento e os gastos da Prefeitura deverão ser sanados assim que assumir a Prefeitura. A extinção de três Secretarias (Indústria e Comércio, Governo e Segurança Pública), transformando-as em departamentos, é um dos projetos do novo prefeito. 

“O exemplo começa em casa. Precisamos aproveitar ao máximo o quadro de técnicos da Prefeitura para montar toda nossa equipe. Indústria e Comércio podemos cuidar pessoalmente. Segurança Pública é uma atribuição do Estado, não cabe ao município. A de Governo não tem serventia para nada, foi criada para fazer cabide, então devemos extinguir”, explicou Moacyr.

O novo prefeito deseja fazer uma auditoria para que a população saiba em que condições a nova gestão assumirá. “Sabemos que tem muita coisa errada e queremos fazer os ajustes. Eu não posso errar, pela experiência que tenho, precisamos ter uma avaliação de tudo que foi feito, como está funcionando e apresentar a população”, diz Moacyr.

A saúde, área mais citada pela população na campanha do futuro prefeito, terá mais investimentos a partir de 2017. “Nas caminhadas que fizemos no município, ouvíamos muito sobre a falta de médicos, remédios, o hospital fechado. A população nos pediu isso, vamos priorizar, no primeiro ano, para fazer os ajustes e centralizar gastos para a saúde pública”.

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