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Acadêmicos levam projeto ‘Falando em Família’ a Palmeira

Estudantes de Direito da UEPG e da Secal estiveram nos dias 2 e 9 de agosto no município. Projeto é uma parceria com a Operação Rondon.

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Estudantes de Direito da UEPG e da Secal estiveram nos dias 2 e 9 de agosto no município. Projeto é uma parceria com a Operação Rondon.

Alunos e professores do curso de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da Faculdade SECAL realizaram, nos dias 2 e 9 de agosto, oficinas na Comarca de Palmeira em parceria com a Operação Rondon UEPG. As oficinas fazem parte do projeto de extensão ‘Falando em Família’, vinculado á Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex) .

Coordenado pelas professoras Dirce do Nascimento Pereira e Zilda Mara Consalter  (Departamento de Direito das Relações Sociais), o projeto tem objetivo de auxiliar na amenização dos prejuízos dos conflitos familiares por meio do incentivo à conciliação e à solução pacífica de dissensos visto que, desta forma, entende-se haver menos prejuízos no que se refere aos laços afetivos e, principalmente, menor risco de prejuízos de ordem material a todos os envolvidos.

De acordo com a professora Zilda Consalter, as oficinas acontecem uma vez por semana na sede do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC/Ponta Grossa). Para que elas aconteçam, os participantes são divididos em cinco subgrupos (compostos por ao menos dois docentes e cinco discentes) que se revezam no decorrer das semanas. “Cerca de quinze jurisdicionados são convidados a participar de cada oficina, que são dispostos em semicírculo para que as partes – pelo objeto da palavra – possam compartilhar o seu conflito e sanar as suas dúvidas processuais”.

A professora explica que, nas duas oficinas, o projeto foi levado à Comarca de Palmeira, a fim de estender aos jurisdicionados daquele foro, a oportunidade de receber informações sobre seus conflitos judiciais. “Importante destacar que o foco do projeto são os jurisdicionados que possuem ações de divórcio e alimentos nas Varas de Família, com famílias que tenham ao menos um filho que possa ser classificado como adolescente ou criança". Na primeira oficina foram ouvidos oito jurisdicionados; na segunda foram ouvidos 12. "O intuito é que em cada oficina sejam propostas formas de resolução de conflitos, demonstrando a importância do acordo não só para a boa convivência familiar, mas principalmente para o bom desenvolvimento dos filhos,  que são os maiores prejudicados com o conflito existente entre os pais. Outra perspectiva é que os jurisdicionados tenham ampla liberdade para falar a respeito do seu conflito, e que suas eventuais dúvidas sejam sanadas"

A oficina do dia 2/8 teve a coordenação das professoras Adriana Sant’Anna (UEPG) e Fabiana Mazurok Schactae (SECAL), dos egressos do curso de Direito da UEPG, Denival Luis de Oliveira e Mariane Pedroso; dos acadêmicos do curso de Direito da UEPG, Dheiziane Szekut e Letícia Savi; além do acadêmico de Direito da Faculdade SECAL, Rogério Pupo de Gouveia.

Já a oficina que aconteceu terça-feira (9) foi coordenada pelas professoras da UEPG, Ana Paula Parra Leite e Dirce do Nascimento Pereira. Também teve a participação do egresso do curso de Direito da UEPG, Denival Luis de Oliveira; dos acadêmicos da UEPG, Beatriz de Melo, Maria Heloísa Chiaverini de Melo e Rachel Libois; e da acadêmica da Faculdade SECAL, Mariela Ribeiro.

Informações da Assessoria de Imprensa.

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