Brasil conquista novos mercados na China e no Panamá
Com a exportação autorizada de frutas processadas e sementes, agronegócio nacional atinge a marca histórica de 642 novos mercados internacionais desde 2023

O governo brasileiro concluiu com sucesso as negociações bilaterais que abrem as portas para a exportação de novos produtos agrícolas para a China e para o Panamá. Com os novos anúncios, o agronegócio do Brasil alcança a expressiva marca de 642 aberturas de mercado desde o início de 2023. Conforme as informações publicadas no portal de notícias do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), as conquistas comerciais são o resultado direto de um esforço conjunto entre o Mapa e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
No mercado chinês, o avanço ocorreu na área de fruticultura. As autoridades sanitárias do país asiático autorizaram formalmente a importação de polpas de frutas e frutas congeladas de origem brasileira, uma medida que promete agregar valor à cadeia produtiva nacional e diversificar a pauta exportadora. A China consolidou-se como o maior parceiro comercial do campo brasileiro em 2025, ano em que as exportações agropecuárias para o país ultrapassaram US$ 55 bilhões (R$ 278 bilhões), impulsionadas pelo complexo soja, proteínas animais e produtos florestais.
Já a negociação com o Panamá resultou na autorização para o envio de sementes de coco e sementes de café produzidas no Brasil. O país da América Central tem se mostrado um comprador relevante na região. Em 2025, o Panamá importou perto de US$ 100 milhões (R$ 506 milhões) em bens do agronegócio brasileiro, concentrando suas aquisições principalmente em produtos florestais, café, cereais, farinhas e preparações alimentícias.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Novos produtos para a China: O Brasil obteve aval sanitário para exportar polpas de frutas e frutas congeladas para o mercado chinês, expandindo a pauta além das tradicionais commodities de grãos e carnes.
- Sementes no Panamá: O mercado panamenho abriu as fronteiras para receber sementes brasileiras de coco e de café, fortalecendo uma relação comercial que movimentou US$ 100 milhões em 2025.
- Recorde de inserção global: O agronegócio do Brasil somou 642 novos mercados internacionais abertos nos últimos três anos e meio, fruto da articulação diplomática entre o Mapa e o Itamaraty.





















