Agro recua 1,5% em janeiro e sinaliza início de ano desafiador para o setor
Prévia do PIB do Banco Central mostra que atividade no campo perdeu fôlego no primeiro mês de 2026, contrastando com o crescimento registrado em anos anteriores

A atividade agropecuária registrou uma queda de 1,5% em janeiro na comparação com dezembro, segundo dados doÍndice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgados na segunda-feira (16). As informações foram divulgadas pela CNN Brasil e apontam para um início de 2026 mais fraco para o setor rural, com o indicador registrando recuo específico de 1,49%.
O desempenho negativo marca um contraste com o histórico recente, já que janeiro costuma ser um período de retomada devido ao início da colheita da safra de verão. Para efeito de comparação, em janeiro de 2025 o agro havia crescido 2,63%, enquanto em 2024 o avanço foi de 0,68%, seguindo a mesma base de dados da autoridade monetária.
DESEMPENHO SETORIAL (JANEIRO/2026)
- Agropecuária: -1,49%
- Serviços: +0,81%
- Indústria: +0,37%
- Média Geral (IBC-Br): +0,8%
Enquanto o agronegócio apresentou retração, a economia brasileira como um todo cresceu 0,8% no mês, sustentada pelos setores de serviços e indústria. Vale destacar que o IBC-Br funciona como uma sinalização antecipada do comportamento do PIB para o mercado, mas não substitui o cálculo oficial realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado de janeiro reforça as projeções de que o setor, após impulsionar o crescimento econômico em 2025, deve enfrentar um cenário de maior perda de fôlego ao longo deste ano.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Queda no Campo: O setor agropecuário recuou 1,49% em janeiro de 2026, sinalizando perda de fôlego após um ano de forte alta.
- Contraste Histórico: O resultado é inferior aos meses de janeiro de 2025 (+2,63%) e 2024 (+0,68%), períodos em que o setor iniciou o ano em expansão.
- Economia Resiliente: Apesar do recuo no agro, o PIB geral (IBC-Br) subiu 0,8%, impulsionado pelo crescimento nos serviços (0,81%) e na indústria (0,37%).





















