Projeto 'Super Ação' trabalha sentimentos com turma de São Mateus do Sul | aRede
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Projeto 'Super Ação' trabalha sentimentos com turma de São Mateus do Sul

Contação de histórias, rodas de conversa e orientações sobre o mundo digital fazem parte da proposta do quarto ano da Escola Odemira Cunha para desenvolver habilidades socioemocionais

Trabalho teve diversos conteúdos em sala
Trabalho teve diversos conteúdos em sala -

Dhiego Tchmolo

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O quarto ano da Escola Municipal Odemira Cunha, em São Mateus do Sul, da professora Deosiclea Ferreira Stasiak, participa do projeto 'Super Ação', idealizado por Sharon Mendes, com atividades dirigidas sobre os sentimentos neste final de ano e no início de 2027. A docente destaca que a prática educativa sobre o tema, ao unir o desenvolvimento socioemocional ao cuidado com o próprio corpo, revela-se essencial para a formação integral das crianças.

"Nesse sentido, destacam-se a contação de histórias e as atividades voltadas às habilidades socioemocionais, somadas à orientação para o uso saudável das telas. Desenvolver habilidades socioemocionais significa aprender a reconhecer, nomear e lidar com o que sentimos, além de compreender e respeitar o que os outros sentem. Por meio de atividades como rodas de conversa, desenhos, expressão corporal e trabalhos em grupo, as crianças aprendem a expressar-se com clareza, a ouvir, a colaborar e a resolver conflitos com respeito", aponta a educadora.

Deosiclea conta que, ao longo do projeto, serão realizadas confecções de material, dinâmicas e atividades voltadas aos sentimentos e comportamentos das crianças. Para ela, essas competências são tão importantes quanto os conteúdos tradicionais, pois ajudam a criança a construir autoconfiança, resiliência e relações saudáveis ao longo de toda a vida.

"Vivemos em um mundo conectado, e as telas fazem parte da realidade das crianças. O desafio não é afastá-las da tecnologia, mas sim orientar um uso saudável. Isso significa conversar sobre o tempo de uso, sobre o que consumimos nas telas e sobre a importância de reservar momentos para brincar, conversar, ler e estar ao ar livre sem aparelhos", pontua a professora.

A docente destaca que, quando a criança compreende que a tecnologia é uma ferramenta e não o centro de tudo, ela aprende a equilibrar: aproveita o que as telas oferecem de bom, mas também valoriza o contato com as pessoas, com a natureza e com a própria imaginação.

"Ao unir histórias que tocam o coração, atividades que cuidam das emoções e orientações sobre o mundo digital, a escola cumpre um de seus papéis mais nobres: formar crianças que conhecem a si mesmas, que cuidam de si e dos outros, que sentem com profundidade e vivem com equilíbrio. Cada prática realizada é uma semente plantada: cresce devagar, com carinho, e dá frutos que duram a vida toda — uma vida mais calma, mais consciente e mais feliz", conclui a educadora.

Acesse o blog escolar da Escola Odemira Cunha clicando aqui.

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