Receita Federal arrecadou mais de R$ 1 bilhão em PG e região em setembro | aRede
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Receita Federal arrecadou mais de R$ 1 bilhão em PG e região em setembro

O valor total é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 16,98% maior do que o registrado no mês de setembro de 2025

A unidade é responsável por uma região que abrange 64 municípios
A unidade é responsável por uma região que abrange 64 municípios -

Publicado Por João Iansen

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A Delegacia da Receita Federal do Brasil em Ponta Grossa (DRF/Ponta Grossa), que possui sob sua responsabilidade uma região com abrangência de 64 municípios, arrecadou, no mês de setembro de 2026, um total de R$1.024.846.003,00 (um bilhão, vinte e quatro milhões, oitocentos quarenta e seis mil e três reais) em tributos fazendários e previdenciários.

O valor total é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 16,98% maior do que o registrado no mês de setembro de 2025, quando a arrecadação alcançou o montante de R$876.053.874,00 (oitocentos e setenta e seis milhões, cinquenta e três mil, oitocentos e setenta e quatro reais). Considerando-se o IPCA acumulado no período, verifica-se que houve um aumento real de 11,97% nos valores arrecadados.

Confira a arrecadação em cada mês do ano
Confira a arrecadação em cada mês do ano |  Foto: Divulgação.

Considerando-se o acumulado no período de janeiro a setembro de 2026, a DRF/Ponta Grossa arrecadou um total de R$8.598.735.305,00 (oito bilhões, quinhentos e noventa e oito milhões, setecentos e trinta e cinco mil, trezentos e cinco reais) em tributos fazendários e previdenciários.

O valor total é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 7,56% maior do que o registrado no período de janeiro a setembro de 2025, quando a arrecadação alcançou o montante de R$7.994.579.737,00 (sete bilhões, novecentos e noventa e quatro milhões, quinhentos e setenta e nove mil, setecentos e trinta e sete reais).

Entre os fatores que influenciaram a arrecadação do mês de setembro de 2026 (comparação nominal com o mesmo mês do ano anterior), no âmbito da 9ª Região Fiscal (que congrega os estados do PR e de SC) e que também impactaram a região administrada pela DRF/Ponta Grossa, destacam-se:

- Crescimento (+25,7%) (+R$ 1.439,3 milhões) nos principais tributos relacionados à importação, com variação de +11,5% (+U$ 594,5 milhões) no volume em dólar das mercadorias importadas através da 9ª RF e variação de -4,15% na taxa média do câmbio;

- Resultado da arrecadação previdenciária (+11,1%) (+R$ 725,3 milhões) influenciado pelo crescimento da massa salarial (+6,0% nominal, +1,7% IPCA), ainda que, pelo lado negativo, tenha havido crescimento das compensações (+19,7%);

- Desempenho positivo da arrecadação de IRPJ/CSLL (+10,8%) (+R$ 235,4 milhões), com crescimento nos valores decorrentes de todas as formas de apuração, Balanço trimestral, Lucro presumido e Estimativa mensal;

- Crescimento (+10,7%) (+R$ 281,3 milhões) no Simples Nacional, salientando que a variação positiva afeta os tributos que compõem esse pagamento unificado (IRPJ/CSLL, PIS/COFINS, Contribuição Previdenciária, IPI, além de ICMS e ISS);

- Crescimento em COFINS/PIS/PASEP (exceto importação) (+4,2%) (+R$ 139,7 milhões), influenciado positivamente pelos setores de Fabricação de produtos alimentícios e Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços;

- IRRF – Capital com crescimento (+34,3%) (+R$ 107,8 milhões), decorrente, principalmente, do resultado do item IRRF – Lucros ou Dividendos;

- Crescimento em IPI – Outros Produtos (+6,0%) (+R$ 33,0 milhões), sob efeito dos indicadores de produção industrial e apesar do crescimento no montante das compensações;

- IPI – Automóveis com resultado positivo (+60,6%) (+R$ 18,7 milhões), em linha com o aumento na quantidade de licenciamentos de veículos e queda das compensações tributárias;

- Resultado positivo em IRPF (+4,2%) (+R$ 24,1 milhões), principalmente, em função do item IRPF – Declaração de ajuste anual, saída do país e espólio;

- Desempenho negativo (-4,7%) (-R$ 55,4 milhões) nos recolhimentos de IRRF – Rendimentos do Trabalho decorrente, essencialmente, do desempenho negativo em rendimentos do trabalho assalariado;

- Desempenho negativo no IOF (-1,0%) (-R$ 2,9 milhões), decorrente de operações de crédito – PJ;

- Compensações declaradas no mês (via DComps) no valor de R$ 2.361,7 milhões (+10,7%), especialmente influenciada pelo aumento nas compensações de Contribuição Previdenciária – RGPS; e

- Desempenho dos principais indicadores macroeconômicos:

Desempenho dos principais indicadores macroeconômicos
Desempenho dos principais indicadores macroeconômicos |  Foto: Divulgação.

RESUMO

Arrecadação cresce: Receita Federal arrecadou R$ 1,02 bilhão em setembro de 2026 na região de Ponta Grossa, alta real de 11,97% em relação ao mesmo mês de 2025.

Acumulado do ano: Entre janeiro e setembro, a arrecadação chegou a R$ 8,59 bilhões, crescimento nominal de 7,56% na comparação anual.

Fatores de alta: Importações, contribuições previdenciárias, IRPJ/CSLL e Simples Nacional contribuíram para o aumento da arrecadação na região fiscal do Paraná e de Santa Catarina.

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