Onça-parda é localizada morta na BR-376 em Ponta Grossa
Situação aconteceu próximo ao Parque Estadual de Vila Velha; hipótese é de atropelamento

O Instituto Água e Terra (IAT), por meio do Escritório Regional de Ponta Grossa, informa que uma onça-parda (Puma concolor) foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (26), às margens da BR-376, km 509, sentido sul (Ponta Grossa-Curitiba), nas proximidades do Parque Estadual de Vila Velha.
O animal foi localizado pela concessionária Motiva Paraná, responsável pela administração do trecho, que comunicou o órgão ambiental para as providências cabíveis. A principal hipótese é de atropelamento, ocorrência registrada em rodovias que atravessam áreas de habitat natural da fauna silvestre.
Após o recolhimento pela equipe técnica, o animal foi encaminhado à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), onde será destinado à pesquisa científica, contribuindo para estudos voltados à conservação da espécie e educação ambiental.
"O IAT reforça a importância de que motoristas redobrem a atenção ao trafegar por trechos próximos a áreas naturais, especialmente no período noturno e nas primeiras horas da manhã, quando há maior atividade da fauna. A proteção da biodiversidade depende do compromisso de todos".
LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA
- Ocorrência na BR-376: uma onça-parda (Puma concolor) foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (26) no km 509 da BR-376, entre Ponta Grossa e Curitiba. O animal foi localizado pela concessionária Motiva Paraná próximo ao Parque Estadual de Vila Velha, com a principal suspeita sendo de atropelamento;
- Destinação Científica: o corpo do felino foi recolhido pelo Instituto Água e Terra (IAT) e encaminhado à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A onça será utilizada em pesquisas acadêmicas e projetos de educação ambiental, auxiliando nos estudos sobre a conservação da fauna silvestre nos Campos Gerais;
- Alerta aos Motoristas: o IAT aproveitou a ocorrência para reforçar a necessidade de atenção redobrada ao dirigir em trechos que cortam áreas naturais. O órgão destaca que o cuidado deve ser intensificado à noite e nas primeiras horas da manhã, períodos em que a fauna local costuma estar mais ativa.
Com informações: Assessoria de Imprensa.





















