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Biblioteca da UEPG deve ser concluída em seis meses

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As obras da nova Biblioteca da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) foram anunciadas em janeiro de 2013. A previsão era que em 18 meses a nova biblioteca do Campus Uvaranas seria inaugurada. A obra orçada em R$ 6 milhões teve inicio em 19 de dezembro de 2012, com prazo de entrega para junho de 2014. O fato é que, desde a data de entrega, já se passaram mais de 12 meses e as obras continuam em ritmo lento.

O recurso para a nova biblioteca da UEPG foi liberado pelo governador Beto Richa, em agosto de 2012, como parte de um pacote de R$ 34 milhões para investimentos nas universidades estaduais paranaenses. O dinheiro é proveniente do Fundo Paraná, criado em 1998, para apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico do Paraná e financiamento de programas e projetos de pesquisas institucionais. O fundo é formado por 2% da receita tributária estadual, com repasses anuais às universidades e instituições ligadas à pesquisa científica e inovação tecnológica.

Segundo a assessoria da Universidade, as obras não chegaram a ser paralisadas, apenas o ritmo de trabalho diminuiu devido a atrasos no pagamento por parte do governo estadual. A previsão é que as obras sejam entregues entre seis e oito meses.

Já a retomada das obras só deve ser definida a partir do realinhamento de preço, onde a empresa vai analisar o estágio que a obra está para elaborar um cronograma. Metade das obras já foi concluída e estão dentro dos padrões.

Os recursos das obras da Biblioteca Central da UEPG são liberados via movimentação de Crédito Orçamentário, e esses recursos não estão inclusos no orçamento da UEPG, estão somente na Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI).

Estudantes encontram dificuldades

Com o atraso, a comunidade acadêmica que usa a biblioteca encara problemas relacionados à falta de espaço para sentar e carência de títulos de livros, por exemplo. A biblioteca atual, provisória ad eternun, não tem as condições ideais para os acadêmicos realizarem consultas e trabalhos em mesas para todos. Segundo a professora Rosana da UEPG, uma vez que a obra foi iniciada e não concluída, é dinheiro desperdiçado e pessoas deixando de ser beneficiadas.

Informações do Jornal da Manhã

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