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Professores da UEPG definem hoje rumos da greve

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Afonso Verner

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Os professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) se reúnem a partir das 9h30 de hoje (13) para decidirem os rumos da greve na instituição. A assembleia geral acontece no anfiteatro do PDE do Campus de Uvaranas e, entre vários tópicos, serão discutidos o andamento da paralisação na UEPG e a proposta de Data-Base para a categoria.

Os docentes da UEPG paralisaram as atividades em duas oportunidades durante 2015 e, como o Governo do Estado não avançou nas propostas para o reajuste da Data Base da categoria, a expectativa é de que os professores decidam pela manutenção da greve. Determinada por lei, a Data Base dos professores tem que ser concedida no mês de maio - o governo chegou a fazer uma proposta de reajuste de 5%, mas logo em seguida retirou a proposta de acordo com os sindicalistas.

Além disso, os grevistas também discutirão a situação do projeto de lei que altera a ParanáPrevidência - medida considerada ilegal pelo Ministério Público e também pelo Ministério da Previdência.

Servidores ameaçam greve geral

A reunião entre representantes da APP-Sindicato e da Secretaria de Administração e Previdência do Governo do Paraná, que poderia colocar fim à greve dos professores estaduais, terminou sem acordo entre as partes. O debate sobre o pagamento da data-base terminou por volta das 12h15 e, sem uma definição, a entidade que representa os professores decidiram manter a greve.

Como o pagamento da data-base afeta todos os servidores públicos do Estado do Paraná, caso o governo não avance nas propostas os trabalhadores ameaçam uma nova greve geral.

Massacre segue sem punição

A crise entre os servidores públicos e o Governo do Estado ficou ainda mais complexa depois do 'confronto' entre a Polícia Militar e servidores públicos, principalmente professores, no último dia 29 de abril no Centro Cívico de Curitiba. Mesmo com a queda de três nomes fortes do governo, entre eles o Secretário Fernando Francischini, os professores ainda cobram a responsabilização criminal pelo massacre - mais de 200 pessoas ficaram feridas, entre elas professores de Ponta Grossa.

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