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Parceria da UEPG permite tratamento de lixo orgânico

Projeto com o Cmei Professora Marjorie Bitencourt Emilio Mendes mistura resto de alimentos com serragem para ensinar alunos sobre importância do reaproveitamento.

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Da Redação

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Projeto com o Cmei Professora Marjorie Bitencourt Emilio Mendes mistura resto de alimentos com serragem para ensinar alunos sobre importância do reaproveitamento.

A aplicação da tecnologia de compostagem em reator para tratamento do lixo orgânico e utilização em horta ocorre a partir da parceria entre o Grupo de Química Analítica Ambiental e Sanitária (QAAS) da UEPG e o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Marjorie Bitencourt Emilio Mendes, do Bairro Boavista. O tratamento foi viabilizado através da solicitação de patente UEPG R10-2013004478-4. No CMEI, o projeto “Produção de alimentos orgânicos com biofertilizantes produzidos em biorreator na educação infantil” é desenvolvido pela professora Michelly Rutte Ramos da Silva e sua turma de infantil IV, sob supervisão do doutorando em Química, Cleber Pinto da Silva; e do professor Sandro Xavier de Campos do grupo QAAS.

O professor Sandro explica que, inicialmente, os restos de alimentos provenientes da merenda da escola são misturados a serragem e acondicionados nos biorreatores de compostagem. Após esse processo, o composto é utilizado na horta do estabelecimento e a produção de diferentes hortaliças é utilizada na merenda escolar. Para a professora Michelly e a diretora do CMEI, Lucineia de Almeida, o projeto permite que os alunos aprendam sobre a importância do reaproveitamento do lixo orgânico na produção de alimentos saudáveis.

Como observa Michelly  no início do projeto, os alunos foram instigados a pensar sobre o destino do lixo. A partir desse estímulo surgiram os questionamentos, a exemplo do porquê os restos de comida não eram reciclados assim como os demais materiais. Na sequência, ocorreu a conscientização das crianças sobre a quantidade de alimentos desperdiçados – e de como poderia ser reutilizado esse material que seria colocado no lixo. Sandro ressalta que, a partir dessa temática, utilizou-se a tecnologia de compostagem em reator para reciclar os restos de comida na produção de biofertilizante. A etapa seguinte foi o uso do composto nos reatores na produção da horta do CMEI.

Informações da Assessoria de Imprensa.

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