PG tem o 5º maior potencial de consumo do PR
Pesquisa ainda coloca Ponta Grossa entre as maiores do Brasil no segmento, ficando na 68ª posição nacional.

Pesquisa ainda coloca Ponta Grossa entre as maiores do Brasil no segmento, ficando na 68ª posição nacional.
Mais de R$ 8 bilhões. Este é o potencial de consumo no município de Ponta Grossa para o ano de 2017. Os números são do estudo ‘IPC Maps’, realizado pela IPC Marketing Editora. O estudo mostra, basicamente, quanto a população deve gastar durante o ano de 2017.
O potencial previsto para este ano, de R$ 8,24 bilhões, é o 5º maior do estado e 68º maior do Brasil. O consumo urbano será responsável por R$ 8,13 bilhões, enquanto que o rural por R$ 110 milhões.
O levantamento mostra que a maior parte deste valor será movimentado pelas famílias enquadradas nas classes B e C, correspondendo a R$ 6,41 bilhões. (R$ 3,4 bi para a classe B e R$ 2,9 bi para a classe C). Entre todas as despesas listadas (mais de 20), se destaca a manutenção do lar, cujo gasto deverá ultrapassar a faixa dos R$ 2 bilhões.
O índice reflete diretamente nas vendas do município. O comércio de Ponta Grossa seguiu a tendência estadual e fechou o mês de julho com alta nas vendas. De acordo com a pesquisa conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) do Paraná, o aumento de julho, em comparação com o mês anterior, foi de 4,03%. O valor é superior aos números registrados em todo o Paraná, que fechou em alta de 2,5%.
O segmento com a maior alta registrada entre junho e julho foi o de óticas, cine, foto e som. O setor apresentou um aumento de 60,27% nas vendas. Na sequência, aparecem as livrarias e papelarias, com crescimento de 13,45%. O setor de lojas de departamentos é o terceiro da lista, com 11,19% de aumento entre junho e julho deste ano.
No acumulado de janeiro a julho, dois setores apresentaram crescimentos consideráveis em Ponta Grossa se comparados com o mesmo período do ano passado. O de materiais de construção, com 16,14%, e o de Lojas de Departamento, com avanço de 16,32% nas vendas do varejo.





















