Pauliki abre mão da candidatura para prefeito de PG
Deputado estadual ressaltou que não deixará o mandato na Alep e adiará “um grande sonho se ser prefeito”
Deputado estadual ressaltou que não deixará o mandato na Alep e adiará “um grande sonho se ser prefeito”
Após meses de suspense e muita discussão nos bastidores políticos, o deputado estadual Marcio Pauliki (PDT) abriu mão nessa quinta-feira (30) da pré-candidatura ao cargo de prefeito de Ponta Grossa. Marcio afirmou que não deixará o mandato como deputado pela metade e irá “adiar o grande sonho” de ser prefeito. Em comunicado oficial, Marcio ponderou os termos levados em conta para desistir da candidatura e ressaltou o trabalho realizado na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).
Com a desistência do PDT de ter candidato próprio, Pauliki deverá apoiar a candidatura do vereador Julio Küller (PMB) ao cargo de prefeito. Küller tem tido o nome “fortalecido” na chamada terceira via, ao lado do empresário Álvaro Scheffer (PV) que se reuniu ontem (30) com membros da legenda para discutir a possibilidade do partido ter candidato próprio em outubro.
No comunicado oficial, Pauliki salienta que é possível “ser diferente” na política, trabalhando pelo município. O empresário deixa claro que irá cumprir o compromisso e permanecer quatro anos no Legislativo Estadual. “Sempre fui contra deixar um mandato pela metade para fazê-lo de trampolim para novos cargos, não terminando assim o trabalho que lhe foi confiado pelo voto, e vi que a maioria da população também pensa assim”, salientou.
Mesmo estando fora da disputa oficial, Pauliki ressaltou que irá trabalhar durante as eleições municipais. “Estarei sempre pronto para a batalha. A batalha nesse momento é continuar lutando por nossas conquistas regionais como deputado estadual e trabalhar de forma direta nas eleições deste ano, apoiando lideranças com uma nova visão sobre a política que defendo e que tragam desenvolvimento para toda a população”, escreveu Pauliki.
Pauliki ressaltou que como deputado tem levantado discussões e elaborado leis que já estão ou irão beneficiar a população do Estado do Paraná. “É em nome desta nossa gente que confiou em mim o seu voto, que decidi não me candidatar a prefeito de minha cidade nas eleições deste ano e assim adiar um grande sonho que ainda guardo comigo de um dia poder ser prefeito da cidade que me viu nascer, crescer e que acredita em meu trabalho”, assinalou.
O deputado também afirmou no comunicado que acredita em uma gestão mais profissional e moderna dos municípios. “Tenho certeza de que sairemos das discussões ideológicas entre “direita" e “esquerda" para caminharmos para frente! Sempre conquistamos o respeito e a confiança quando cumprimos e mantemos com nossa palavra e nosso dever”, ressaltou o empresário.
Comunicado de Pauliki
No comunicado oficial, Pauliki salienta que é possível “ser diferente” na política, trabalhando pelo município. No texto, Pauliki deixa claro que irá cumprir o compromisso e permanecer quatro anos no Legislativo Estadual. “Sempre fui contra deixar um mandato pela metade para fazê-lo de trampolim para novos cargos, não terminando assim o trabalho que lhe foi confiado pelo voto, e vi que a maioria da população também pensa assim”, salientou.
Mesmo estando fora da disputa oficial, Pauliki ressaltou que irá trabalhar durante as eleições municipais. “Estarei sempre pronto para a batalha. A batalha nesse momento é continuar lutando por nossas conquistas regionais como deputado estadual e trabalhar de forma direta nas eleições deste ano, apoiando lideranças com uma nova visão sobre a política que defendo e que tragam desenvolvimento para toda a população”, escreveu.
PDT deixa plano de governo já confeccionado
Marcio Pauliki (PDT) deixa a disputa, mas o partido continuará com as discussões propostas no Plano de Governo da legenda. Já em 2012, quando obteve mais de 30% dos votos, Pauliki deixou um “legado de propostas” para os outros dois candidatos, na época Marcelo Rangel, eleito prefeito, e Péricles de Mello, derrotado no segundo turno. Caso apoie Küller, o PDT deve levar parte das propostas do documento para a mesa de negociação.
Confira a nota na íntegra:





















