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Festival de Verão em PG lota espaço e celebra arte, música e cultura local

O festival promoveu a integração entre artistas locais, produtores culturais, artesãos e o público, fortalecendo a cena cultural dos Campos Gerais

Criado em 2015 no Baviera, o festival se consolidou como um espaço importante para a circulação artística na cidade.
Criado em 2015 no Baviera, o festival se consolidou como um espaço importante para a circulação artística na cidade. -

Publicado por João Bobato

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Ponta Grossa celebrou um domingo de intensa programação cultural com a 11ª edição do Festival de Verão – Arte, Música e Conexão, que esgotou ingressos e lotou o Espaço Sol de Verão. O evento marcou a despedida oficial do verão, reunindo música, artes visuais, circo, dança e economia criativa em mais de oito horas de programação.

O festival promoveu a integração entre artistas locais, produtores culturais, artesãos e o público, fortalecendo a cena cultural dos Campos Gerais. Um dos destaques foi o show da banda nacional CPM 22, que animou a plateia no encerramento do evento.

O line-up também valorizou a produção autoral: as bandas Castanheira e Jamp, de Ponta Grossa, e Electric Mob e Machete Bomb, de Curitiba, além dos DJs Mari Silva e Afrohigh, apresentaram repertórios próprios, reforçando o festival como vitrine para artistas independentes.

Além da música, o festival destacou diversas linguagens artísticas. Houve intervenções circenses, apresentações de dança, exposições de artes visuais, feira de artesanato e o projeto Pegaí Leitura Grátis, que arrecadou livros, ampliando o alcance cultural da iniciativa.

Para a produtora cultural Erika Vernek, o resultado superou as expectativas: “Com todos os ingressos esgotados, ficou claro o interesse do público por eventos culturais de grande porte em Ponta Grossa. Queríamos um festival sem divisão de pistas, em que todos compartilhassem a mesma experiência e tivessem acesso a diferentes linguagens artísticas.”

O festival também trouxe impacto econômico e cultural para a cidade, gerando mais de 100 contratações diretas e indiretas em diversas áreas da produção cultural. A iniciativa movimentou setores como hotelaria, gastronomia e artesanato, com destaque para a participação da Casa do Artesão de Ponta Grossa, que registrou vendas expressivas.

O evento reforçou sua dimensão histórica. Criado em 2015 no Baviera, o festival se consolidou como um espaço importante para a circulação artística na cidade. Segundo Heros Fagundes, idealizador do festival: “Ao longo de mais de 10 anos, dezenas de bandas e manifestações artísticas passaram pelo festival. Este ano, com a parceria da Genius e da Jamp Produções, conseguimos ampliar ainda mais o alcance da iniciativa.”

A edição deste ano foi organizada por Jamp Produções, ToAki e Genius Social Cult, com recursos do Programa Aldir Blanc de Fomento à Cultura, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e Ministério da Cultura. Erika finalizou: “O festival mostrou que existe um público engajado e uma produção cultural forte em Ponta Grossa. Queremos continuar valorizando artistas locais, ampliando o acesso à cultura e fortalecendo a economia criativa.”

GALERIA DE FOTOS

  • O evento marcou a despedida oficial do verão com uma programação que integrou música, artes visuais, circo, dança e economia criativa.
    O evento marcou a despedida oficial do verão com uma programação que integrou música, artes visuais, circo, dança e economia criativa.
  • Ao longo de mais de oito horas de programação, o Festival promoveu encontros entre artistas locais, produtores culturais, artesãos e público, fortalecendo a cena cultural dos Campos Gerais
    Ao longo de mais de oito horas de programação, o Festival promoveu encontros entre artistas locais, produtores culturais, artesãos e público, fortalecendo a cena cultural dos Campos Gerais
  • Além da música, o festival destacou diferentes linguagens artísticas.
    Além da música, o festival destacou diferentes linguagens artísticas.

Das Assessorias

RESUMO:

A 11ª edição do Festival de Verão – Arte, Música e Conexão, em Ponta Grossa, esgotou ingressos e ofereceu mais de oito horas de programação com música, dança, circo, artes visuais e economia criativa.

O evento destacou bandas e DJs da região e de Curitiba, além de intervenções artísticas, feiras de artesanato e projetos culturais como o Pegaí Leitura Grátis, reforçando o festival como vitrine para talentos independentes.

A realização do festival gerou mais de 100 empregos diretos e indiretos, movimentou setores como hotelaria e gastronomia, e reforçou a economia criativa local, mostrando a força e interesse do público pela cultura em Ponta Grossa.

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