PUBLICIDADE

As ações da Prefeitura PG para eliminar as áreas de risco

Imagem ilustrativa da imagem As ações da Prefeitura PG para eliminar as áreas de risco

Entre os grandes desafios de Ponta Grossa, a retirada de famílias das áreas de risco se se apresenta no topo do ranking das urgências. As tempestades, cada vez mais frequentes na cidade, representam perigo a essas pessoas, por conta da alta probabilidade de ocorrência de desastres naturais ou antrópicos — como deslizamentos, inundações, desmoronamentos ou contaminações — que ameaçam a vida e o patrimônio. Geralmente decorrentes de ocupação desordenada, essas áreas sujeitam habitantes a sérios danos físicos e materiais. 

Conforme divulgado pela Defesa Civil de Ponta Grossa, existem 11 áreas de risco monitoradas, por terem maior potencial de ocorrer algum incidente. Destes locais, oito são mais suscetíveis a inundações: regiões do Boa Vista, do D.E.R., de Olarias, da Ronda, do Santo Antônio, da Vila Cipa e da Vila Lina. As demais, regiões da Vila Ana Rita, da Vila Margarida e da Vila Vilela, são propensas a deslizamentos.

Para reduzir áreas de risco no município, a Prefeitura realizou projetos para três grandes bacias de rios que cruzam o interior do perímetro urbano: Arroio da Ronda, de Olarias e Pilão de Pedra, com projetos visando a contenção de cheias pelos próximos 100 anos, criação de lagos e grandes áreas verdes, restaurando áreas degradadas e impedindo a ocupação do solo com moradias em áreas de risco. A ação impede o assoreamento do leito do rio e reduz o risco de alagamentos.

O planejamento contempla a implantação da Área de Proteção Ambiental de Olarias – já uma realidade – bem como o primeiro Plano de Arborização Urbana de Ponta Grossa, além do inédito Projeto para medir os efeitos de Gases de Efeito Estufa (GEE) na cidade. Os resultados desse diagnóstico servirão como base técnica para a criação de leis e diretrizes de adaptação climática, que nortearão o planejamento urbano e ambiental das próximas décadas, tornando o município cada vez mais resiliente, inteligente e preparado para as mudanças climáticas.

As melhorias habitacionais representam um investimento na construção de um futuro mais promissor para famílias em situação de vulnerabilidade. Ao garantir moradias adequadas, esses projetos contribuem para a erradicação da pobreza, a promoção da saúde, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável. Investir em melhorias habitacionais gera impactos positivos que vão além da estrutura física da moradia.

Não é um problema exclusivo de Ponta Grossa. Um estudo desenvolvido pelo governo federal identificou que 1.942 municípios — mais de um terço do total — têm moradores em áreas consideradas suscetíveis a desastres naturais, como deslizamentos, enxurradas e inundações. O registro é 140% maior do que o levantado pelo governo federal há 12 anos.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

MAIS DE EDITORIAL

HORÓSCOPO

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

DESTAQUES

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

MIX

HORÓSCOPO

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE